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Romanceiro da Terra Morta, de José Viale Moutinho – Diversidades e sentidos da utopia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Romanceiro da Terra Morta, de José Viale Moutinho, permitir-nos-á ver a forma como neste repositório o autor recria cartografias da dissonância, reavivando, por um exí mio exercício da memória, a diversidade cultural, patrimonial e identitária do mundo português. Numa sociedade subordinada à distopia como a que marcou o tempo da velha senhora em Portugal, muitas estórias recriadas pela capacidade efabulatória do escritor captam um manancial diverso e rico de situações, gentes e lugares, recuperando, assim, um legado distópico de uma época que não deve ser novamente tolerada. Ao fixar estes registos no seu Romanceiro, José Viale Moutinho retém cenários que gerações do pós-memória não devem consentir. Trata-se, pois, de uma escrita que roça a utopia pela veia denunciadora das disforias pretéritas.
Autores principais:Coelho, Leonor Martins
Assunto:Repositório Memória Diversidades Dissonâncias Utopia Romanceiro da Terra Morta José Viale Moutinho Repository Memory Diversities Dissonances . Faculdade de Artes e Humanidades
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade da Madeira
Idioma:português
Origem:DigitUMa - Repositório da Universidade da Madeira
Descrição
Resumo:Romanceiro da Terra Morta, de José Viale Moutinho, permitir-nos-á ver a forma como neste repositório o autor recria cartografias da dissonância, reavivando, por um exí mio exercício da memória, a diversidade cultural, patrimonial e identitária do mundo português. Numa sociedade subordinada à distopia como a que marcou o tempo da velha senhora em Portugal, muitas estórias recriadas pela capacidade efabulatória do escritor captam um manancial diverso e rico de situações, gentes e lugares, recuperando, assim, um legado distópico de uma época que não deve ser novamente tolerada. Ao fixar estes registos no seu Romanceiro, José Viale Moutinho retém cenários que gerações do pós-memória não devem consentir. Trata-se, pois, de uma escrita que roça a utopia pela veia denunciadora das disforias pretéritas.