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O bem-estar dos docentes e não docentes à luz da educação inclusiva

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Analisar os principais desafios dos profissionais de educação à luz da legislação sobre a Educação Inclusiva em vigor é essencial para compreender e promover o seu bem-estar. Neste estudo, tem-se como objetivo avaliar o bem-estar dos docentes e não docentes de Portugal Continental e ilhas, que trabalham e lidam com alunos com e sem Necessidades de Saúde Especiais (NSE). A amostra é constituída por 368 indivíduos, com uma idade média global de aproximadamente 50 anos. Relativamente aos instrumentos utilizados, foram aplicadas a Escala de Bem-estar Experiencial (Pocinho, & Garcês, 2019) e a Escala de Avaliação de Mobbing (Pocinho, & Garcês, 2018). Os resultados de ordem quantitativa permitiram constatar que: existe uma relação significativa negativa entre o Mobbing e o Bem-estar; variáveis sociodemográficas como o género, a localização geográfica e o tempo de serviço não têm influência no bem-estar dos profissionais; os docentes tendem a expressar menor bem-estar comparativamente aos não docentes. Os resultados de ordem qualitativa permitiram verificar que: competências profissionais, relações interpessoais e fatores organizacionais podem influenciar o bem-estar de docentes e não docentes. Implicações práticas são também apresentadas e discutidas.
Autores principais:Carvalho, Mónica Canha
Assunto:Psicologia positiva Bem-estar Docentes Não docentes Educação inclusiva Positive psychology Well-being Teachers Non-teachers Inclusive education Psicologia da Educação . Faculdade de Artes e Humanidades
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade da Madeira
Idioma:português
Origem:DigitUMa - Repositório da Universidade da Madeira
Descrição
Resumo:Analisar os principais desafios dos profissionais de educação à luz da legislação sobre a Educação Inclusiva em vigor é essencial para compreender e promover o seu bem-estar. Neste estudo, tem-se como objetivo avaliar o bem-estar dos docentes e não docentes de Portugal Continental e ilhas, que trabalham e lidam com alunos com e sem Necessidades de Saúde Especiais (NSE). A amostra é constituída por 368 indivíduos, com uma idade média global de aproximadamente 50 anos. Relativamente aos instrumentos utilizados, foram aplicadas a Escala de Bem-estar Experiencial (Pocinho, & Garcês, 2019) e a Escala de Avaliação de Mobbing (Pocinho, & Garcês, 2018). Os resultados de ordem quantitativa permitiram constatar que: existe uma relação significativa negativa entre o Mobbing e o Bem-estar; variáveis sociodemográficas como o género, a localização geográfica e o tempo de serviço não têm influência no bem-estar dos profissionais; os docentes tendem a expressar menor bem-estar comparativamente aos não docentes. Os resultados de ordem qualitativa permitiram verificar que: competências profissionais, relações interpessoais e fatores organizacionais podem influenciar o bem-estar de docentes e não docentes. Implicações práticas são também apresentadas e discutidas.