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Regeneração de tecidos orais com biomateriais : uma abordagem de decisão terapêutica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos últimos anos observou-se um esforço importante na pesquisa de novos biomateriais capazes de substituir ou apoiar a função dos tecidos danificados ou com perdidos. Este desenvolvimento tem mostrado uma melhoria na qualidade de vida e no aumento da esperança média de vida, sendo estes materiais usados em muitas áreas da medicina e da medicina dentária (Moreno, 2014). Os biomateriais correspondem a qualquer material não-vivo capaz de interagir com um sistema vivo. Podem ser definidos como substâncias ou combinação de substâncias de origem natural (biológica) ou sintética (aloplástica), sólidos ou líquidos, que não possuem fármacos na sua constituição. O principal uso destes biomateriais é a restauração de funções de tecidos e órgãos do corpo humano. Sendo deste modo, auxiliares no tratamento da regeneração tecidual, e têm demonstrado altos índices de sucesso e conforto para o paciente (Rodella et al., 2011; Roi et al., 2019).O desenvolvimento de biomateriais tem sido algo expressivo nas últimas décadas, mostrando-se assim, um instrumento terapêutico muito importante na prática clínica em Medicina Dentária, especialmente em cirurgia, periodontologia e implantologia, existindo uma contribuição para a regeneração tecidular, formação óssea e melhorando o pós-operatório (Grassia & Nucci, 2020). Devido ao processo de perda de tecido ósseo, é necessário ou benéfico em alguns procedimentos clínicos recorrer a técnicas de regeneração (Tatullo et al., 2019). Neste contexto, este trabalho terá o propósito de poder auxiliar os clínicos na sua decisão terapêutica.
Autores principais:Louro, Ana Teresa
Assunto:Tecido ósseo Regeneração óssea Engenharia dos tecidos Biomateriais
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:Nos últimos anos observou-se um esforço importante na pesquisa de novos biomateriais capazes de substituir ou apoiar a função dos tecidos danificados ou com perdidos. Este desenvolvimento tem mostrado uma melhoria na qualidade de vida e no aumento da esperança média de vida, sendo estes materiais usados em muitas áreas da medicina e da medicina dentária (Moreno, 2014). Os biomateriais correspondem a qualquer material não-vivo capaz de interagir com um sistema vivo. Podem ser definidos como substâncias ou combinação de substâncias de origem natural (biológica) ou sintética (aloplástica), sólidos ou líquidos, que não possuem fármacos na sua constituição. O principal uso destes biomateriais é a restauração de funções de tecidos e órgãos do corpo humano. Sendo deste modo, auxiliares no tratamento da regeneração tecidual, e têm demonstrado altos índices de sucesso e conforto para o paciente (Rodella et al., 2011; Roi et al., 2019).O desenvolvimento de biomateriais tem sido algo expressivo nas últimas décadas, mostrando-se assim, um instrumento terapêutico muito importante na prática clínica em Medicina Dentária, especialmente em cirurgia, periodontologia e implantologia, existindo uma contribuição para a regeneração tecidular, formação óssea e melhorando o pós-operatório (Grassia & Nucci, 2020). Devido ao processo de perda de tecido ósseo, é necessário ou benéfico em alguns procedimentos clínicos recorrer a técnicas de regeneração (Tatullo et al., 2019). Neste contexto, este trabalho terá o propósito de poder auxiliar os clínicos na sua decisão terapêutica.