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Cuidados farmacêuticos no doente crónico complexo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As doenças crónicas são consideradas atualmente, e em particular na Europa, como responsáveis por grande parte da morbilidade e mortalidade da população. Esta situação, apresenta cada vez mais uma tendência crescente, resultando no aparecimento de doentes crónicos complexos (DCC), em que as suas morbilidades originam episódios frequentes de internamento por descompensação ou exacerbação da doença. A problemática das doenças crónicas é um fenómeno complexo e que não se explica através de um único fator, mas através da associação de vários problemas, dos quais se destacam a gestão inadequada da doença, regime terapêutico não otimizado e falta de adesão por parte do doente. Devido a estas características o DCC está frequentemente sujeito a PRM e RNM que comprometem a efetividade e segurança da sua terapêutica, comprometendo o atingimento dos objetivos terapêuticos propostos. Como consequência, o DCC apresenta uma qualidade de vida diminuída e uma desmotivaçãopara a adesão à terapêutica, farmacológica e não farmacológica, sendo incapaz de gerir a sua doença e a sua terapêutica farmacológica sem o auxilio de terceiros. A prestação de cuidados farmacêuticos tornou-se imprescindível nestes doentes, tendo o farmacêutico um papel ativo na gestão terapêutica do DCC abarcando, igualmente, a questões da gestão da doença, de modo a prevenir, identificar e corrigir potenciais e reais problemas relacionados com o doente, medicação ou ambiente envolvente.
Autores principais:Rodrigues, Andreia Filipa dos Ramos
Assunto:Doente crónico complexo Cuidados farmacêuticos Gestão da doença Adesão terapêutica
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:As doenças crónicas são consideradas atualmente, e em particular na Europa, como responsáveis por grande parte da morbilidade e mortalidade da população. Esta situação, apresenta cada vez mais uma tendência crescente, resultando no aparecimento de doentes crónicos complexos (DCC), em que as suas morbilidades originam episódios frequentes de internamento por descompensação ou exacerbação da doença. A problemática das doenças crónicas é um fenómeno complexo e que não se explica através de um único fator, mas através da associação de vários problemas, dos quais se destacam a gestão inadequada da doença, regime terapêutico não otimizado e falta de adesão por parte do doente. Devido a estas características o DCC está frequentemente sujeito a PRM e RNM que comprometem a efetividade e segurança da sua terapêutica, comprometendo o atingimento dos objetivos terapêuticos propostos. Como consequência, o DCC apresenta uma qualidade de vida diminuída e uma desmotivaçãopara a adesão à terapêutica, farmacológica e não farmacológica, sendo incapaz de gerir a sua doença e a sua terapêutica farmacológica sem o auxilio de terceiros. A prestação de cuidados farmacêuticos tornou-se imprescindível nestes doentes, tendo o farmacêutico um papel ativo na gestão terapêutica do DCC abarcando, igualmente, a questões da gestão da doença, de modo a prevenir, identificar e corrigir potenciais e reais problemas relacionados com o doente, medicação ou ambiente envolvente.