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A prevalência e a gravidade da cárie dentária numa população de 2º e 3º ciclo, em Maxial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivos: Descrever a Prevalência e a Gravidade da cárie dentária, numa população de jovens que frequenta uma escola pública, no Agrupamento de Escolas Henrique Nogueira, em Portugal. Relacionar, tanto a Prevalência da cárie dentária com variáveis sociodemográficas, assim como, a Prevalência e a Gravidade de lesões não-cavitadas e cavitadas de cárie dentária, com o consumo de sacarose Materiais e Métodos: Estudo transversal com uma amostra de 109 alunos, entre os 10 e os 18 anos de idade, do sexo masculino e feminino, da Escola Básica de 2º e 3º ciclo de Maxial. Para medir o Índice de Placa foi utilizado o índice de placa de Silness e Löe modificado. Para medir a prevalência de cárie dentária foi utilizado o índice de CPOD e para a gravidade da cárie dentária o índice ICDAS II. Para medir a prevalência e gravidade de lesões não-cavitadas e cavitadas foi utilizado também o índice ICDAS II. Para avaliar as variáveis sociodemográficas e de frequência alimentar, utilizou-se um questionário. Em termos de materiais, foi usado diversos kits básicos descartáveis, sondas periodontais esterilizáveis, compressas esterilizadas, máscaras, luvas, rolos de algodão e uma lanterna, de forma a efetuar uma observação intra-oral de todos os indivíduos. Foi feito um registo dos dados em Microsoft® Excel® e feita uma análise estatística aos dados recolhidos através do software IBM SPSS Statistics ® v.24. Resultados: A faixa etária da amostra varia dos 10 aos 18 anos, sendo que a prevalência da cárie dentária foi de 55% e o índice de CPOD obtido foi de 1,74 ±2,71. Encontrou-se uma associação entre a prevalência de carie dentária e o nível de escolaridade (p=0,025), ou seja, as crianças de 3º ciclo apresentam um CPOD maior do que as de 2º ciclo. Quanto à gravidade da cárie dentária, 3,6% dos jovens apresentavam pelo menos uma face com lesões não-cavitadas e que 0,6% dos alunos tinham pelo menos uma face com lesões cavitadas. Verificou-se que o valor médio do índice de placa diminui com o aumento da frequência de escovagem (p=0,005). Não foi encontrada uma correlação significativa entre e a prevalência e a gravidade de lesões cavitadas e não-cavitadas e o consumo de sacarose. Conclusões: Na amostra dos 109 alunos, concluiu-se que a prevalência de cárie dentária é baixa, com uma percentagem de 29,4% e com um índice de CPOD de 1,74 ±2,71. Quanto à gravidade da cárie dentária, 3,6% dos jovens apresentavam pelo menos uma face com lesões não-cavitadas e que 0,6% dos alunos tinham pelo menos uma face com lesões cavitadas. Concluiu-se também haver uma associação significativa entre o índice de placa e a frequência de escovagem. Relativamente às hipóteses, inferiu-se que a prevalência e a gravidade de lesões cavitadas e não-cavitadas, não estão relacionadas com o consumo de sacarose.
Autores principais:Amorim, Laura Rita Guedes
Assunto:CPOD ICDAS II Cárie dentária Sacarose
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:Objetivos: Descrever a Prevalência e a Gravidade da cárie dentária, numa população de jovens que frequenta uma escola pública, no Agrupamento de Escolas Henrique Nogueira, em Portugal. Relacionar, tanto a Prevalência da cárie dentária com variáveis sociodemográficas, assim como, a Prevalência e a Gravidade de lesões não-cavitadas e cavitadas de cárie dentária, com o consumo de sacarose Materiais e Métodos: Estudo transversal com uma amostra de 109 alunos, entre os 10 e os 18 anos de idade, do sexo masculino e feminino, da Escola Básica de 2º e 3º ciclo de Maxial. Para medir o Índice de Placa foi utilizado o índice de placa de Silness e Löe modificado. Para medir a prevalência de cárie dentária foi utilizado o índice de CPOD e para a gravidade da cárie dentária o índice ICDAS II. Para medir a prevalência e gravidade de lesões não-cavitadas e cavitadas foi utilizado também o índice ICDAS II. Para avaliar as variáveis sociodemográficas e de frequência alimentar, utilizou-se um questionário. Em termos de materiais, foi usado diversos kits básicos descartáveis, sondas periodontais esterilizáveis, compressas esterilizadas, máscaras, luvas, rolos de algodão e uma lanterna, de forma a efetuar uma observação intra-oral de todos os indivíduos. Foi feito um registo dos dados em Microsoft® Excel® e feita uma análise estatística aos dados recolhidos através do software IBM SPSS Statistics ® v.24. Resultados: A faixa etária da amostra varia dos 10 aos 18 anos, sendo que a prevalência da cárie dentária foi de 55% e o índice de CPOD obtido foi de 1,74 ±2,71. Encontrou-se uma associação entre a prevalência de carie dentária e o nível de escolaridade (p=0,025), ou seja, as crianças de 3º ciclo apresentam um CPOD maior do que as de 2º ciclo. Quanto à gravidade da cárie dentária, 3,6% dos jovens apresentavam pelo menos uma face com lesões não-cavitadas e que 0,6% dos alunos tinham pelo menos uma face com lesões cavitadas. Verificou-se que o valor médio do índice de placa diminui com o aumento da frequência de escovagem (p=0,005). Não foi encontrada uma correlação significativa entre e a prevalência e a gravidade de lesões cavitadas e não-cavitadas e o consumo de sacarose. Conclusões: Na amostra dos 109 alunos, concluiu-se que a prevalência de cárie dentária é baixa, com uma percentagem de 29,4% e com um índice de CPOD de 1,74 ±2,71. Quanto à gravidade da cárie dentária, 3,6% dos jovens apresentavam pelo menos uma face com lesões não-cavitadas e que 0,6% dos alunos tinham pelo menos uma face com lesões cavitadas. Concluiu-se também haver uma associação significativa entre o índice de placa e a frequência de escovagem. Relativamente às hipóteses, inferiu-se que a prevalência e a gravidade de lesões cavitadas e não-cavitadas, não estão relacionadas com o consumo de sacarose.