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Diferenças e benefícios do L-PRF em relação às membranas de colagénio nas cirurgias de elevação do seio maxilar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A perda dentária, causada por doenças e traumas, afeta a aparência, alimentação e comunicação dos pacientes. Os implantes dentários são a solução de referência para reabilitação de espaço edêntulos. No entanto, essa perda pode resultar em reabsorção óssea e expansão do seio maxilar, dificultando a reabilitação com implantes dentários na região anterior e posterior do maxilar. A elevação do seio maxilar é uma técnica cirúrgica que visa aumentar o volume ósseo para que seja possível a colocação de implantes. Os enxertos ósseos são utilizados na elevação do seio maxilar para preencher o espaço entre o soalho do seio e a membrana de Schneider, que proporciona altura óssea adequada para implantes. Nas elevações do seio maxilar pela técnica de janela lateral é necessário o uso de membranas que atuam como barreiras na proteção do enxerto ali colocado. Neste ínterim, o objetivo desta monografia foi comparar as vantagens e desvantagens do uso das membranas de colagénio e do L-PRF nas cirurgias de elevação do seio maxilar. Para isso, foi realizada uma revisão da literatura em livros e artigos presentes nas bases de dados do PubMed, Google Scholar, Scopus e Scielo dos últimos 5 anos, mas incluindo artigos de anos anteriores relevantes ao tema. Deste modo, concluiu-se que a membrana de L-PRF e as membranas de colagénio possuem resultados clínicos similares, no que diz respeito a cicatrização e regeneração, fácil manipulação, função de barreira e boa maleabilidade nas cirurgias de elevação do seio maxilar. Devido ambas serem membranas reabsorvíveis, também enfrentam os mesmos desafios de rápida reabsorção, probabilidade de deslocamento e de possíveis infeções em caso de exposição do leito cirúrgico. Portanto, a escolha da membrana deve ser ponderada de acordo com o que for mais cómodo para o médico dentista e para o paciente.
Autores principais:Torquato, Iara Furtado
Assunto:Elevação do seio maxilar L-PRF Membrana de colagénio
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:A perda dentária, causada por doenças e traumas, afeta a aparência, alimentação e comunicação dos pacientes. Os implantes dentários são a solução de referência para reabilitação de espaço edêntulos. No entanto, essa perda pode resultar em reabsorção óssea e expansão do seio maxilar, dificultando a reabilitação com implantes dentários na região anterior e posterior do maxilar. A elevação do seio maxilar é uma técnica cirúrgica que visa aumentar o volume ósseo para que seja possível a colocação de implantes. Os enxertos ósseos são utilizados na elevação do seio maxilar para preencher o espaço entre o soalho do seio e a membrana de Schneider, que proporciona altura óssea adequada para implantes. Nas elevações do seio maxilar pela técnica de janela lateral é necessário o uso de membranas que atuam como barreiras na proteção do enxerto ali colocado. Neste ínterim, o objetivo desta monografia foi comparar as vantagens e desvantagens do uso das membranas de colagénio e do L-PRF nas cirurgias de elevação do seio maxilar. Para isso, foi realizada uma revisão da literatura em livros e artigos presentes nas bases de dados do PubMed, Google Scholar, Scopus e Scielo dos últimos 5 anos, mas incluindo artigos de anos anteriores relevantes ao tema. Deste modo, concluiu-se que a membrana de L-PRF e as membranas de colagénio possuem resultados clínicos similares, no que diz respeito a cicatrização e regeneração, fácil manipulação, função de barreira e boa maleabilidade nas cirurgias de elevação do seio maxilar. Devido ambas serem membranas reabsorvíveis, também enfrentam os mesmos desafios de rápida reabsorção, probabilidade de deslocamento e de possíveis infeções em caso de exposição do leito cirúrgico. Portanto, a escolha da membrana deve ser ponderada de acordo com o que for mais cómodo para o médico dentista e para o paciente.