Publicação
Intoxicações por analgésicos e qual o papel do farmacêutico na prevenção destas
| Resumo: | Mundialmente, as intoxicações humanas tornaram-se num grave problema de saúde pública, responsáveis por uma morbilidade e mortalidade significativa assim como por um aumento das despesas de cuidados de saúde. Dada a sua importância é indispensável avaliar, gerir e prevenir os riscos por elas causados. É neste contexto, que o Centro de Informação Antivenenos (CIAV), centro médico português especializado em toxicologia e acessível 24h por dia, presta informação e orientação necessária para uma abordagem correta e eficaz perante uma intoxicação. Um diagnóstico atempado e a correta abordagem ao intoxicado são atos fundamentais na terapêutica a administrar, na redução da morbilidade e no prognóstico favorável ao doente. A partir das informações adquiridas da interação com o doente torna-se possível proceder à caraterização da intoxicação tendo em vista fatores como a idade do intoxicado, a etiologia da intoxicação, via de administração, local de exposição e, principalmente o agente tóxico envolvido. Dos agentes tóxicos destacam-se os medicamentos, particularmente os analgésicos, responsáveis pela diminuição das complicações da dor, melhoria da qualidade de vida e mobilidade, prevenindo hospitalizações. O ácido acetilsalicílico, o ibuprofeno e o paracetamol são os analgésicos não sujeitos a receita médica com maior consumo pelos portugueses. Devido ao seu fácil acesso são consideradas as substâncias prioritárias nestas intoxicações pelo seu impacto na saúde humana. Dada a relevância desta temática, o principal objetivo deste trabalho será evidenciar as intoxicações ocorridas por analgésicos não sujeitos a receita médica, especificamente dos mais consumidos pelos portugueses, dar a conhecer a sua incidência em Portugal e qual o contributo do farmacêutico na prevenção destas. |
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| Autores principais: | Silva, Maria Inês Martins |
| Assunto: | Intoxicações Analgésicos Portugal Farmacêutico |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Idioma: | português |
| Origem: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Resumo: | Mundialmente, as intoxicações humanas tornaram-se num grave problema de saúde pública, responsáveis por uma morbilidade e mortalidade significativa assim como por um aumento das despesas de cuidados de saúde. Dada a sua importância é indispensável avaliar, gerir e prevenir os riscos por elas causados. É neste contexto, que o Centro de Informação Antivenenos (CIAV), centro médico português especializado em toxicologia e acessível 24h por dia, presta informação e orientação necessária para uma abordagem correta e eficaz perante uma intoxicação. Um diagnóstico atempado e a correta abordagem ao intoxicado são atos fundamentais na terapêutica a administrar, na redução da morbilidade e no prognóstico favorável ao doente. A partir das informações adquiridas da interação com o doente torna-se possível proceder à caraterização da intoxicação tendo em vista fatores como a idade do intoxicado, a etiologia da intoxicação, via de administração, local de exposição e, principalmente o agente tóxico envolvido. Dos agentes tóxicos destacam-se os medicamentos, particularmente os analgésicos, responsáveis pela diminuição das complicações da dor, melhoria da qualidade de vida e mobilidade, prevenindo hospitalizações. O ácido acetilsalicílico, o ibuprofeno e o paracetamol são os analgésicos não sujeitos a receita médica com maior consumo pelos portugueses. Devido ao seu fácil acesso são consideradas as substâncias prioritárias nestas intoxicações pelo seu impacto na saúde humana. Dada a relevância desta temática, o principal objetivo deste trabalho será evidenciar as intoxicações ocorridas por analgésicos não sujeitos a receita médica, especificamente dos mais consumidos pelos portugueses, dar a conhecer a sua incidência em Portugal e qual o contributo do farmacêutico na prevenção destas. |
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