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Comparação do uso da resina pré-aquecida com diferentes agentes cimentantes em prótese fixa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Um agente cimentante tem como base o preenchimento da interface da superfície interna da prótese e a do dente preparado, permitindo retenção e resistência à restauração e ao remanescente dentário e vedamento marginal, favorecendo a longevidade dos trabalhos protéticos. A resina composta é o material mais usado habitualmente para restaurações de forma direta. No entanto, este material apresenta algumas desvantagens, incluindo o uso de uma ligação interfacial adesiva que se degrada com o tempo, a humidade e a função na boca, certas propriedades mecânicas importantes (por exemplo, módulo de elasticidade) são inferiores às do amálgama. Desta forma, há uma preocupação de que o compósito de resina seja inserido numa preparação com o mínimo de vazios possível para uma melhor adaptação interfacial e maximizar do grau de conversão composto, a fim de melhorar as propriedades mecânicas. Sugeriu-se que o composto seja pré-aquecido e assim auxilie tanto como agente restaurador como agente cimentante devido ao aumento da fluidez. A manutenção da carga inorgânica também colabora para evitar a degradação mecânica por parte do cimento. Na atualidade, inúmeros compósitos são usados como cimentos, portanto, esta técnica alternativa mostra-se efetiva e bastante promissora. A literatura científica a ser revista relata uma comparação desta forma de uso da resina composta com outros cimentos tais como o Cimento de Fostato de Zinco, usado há quase cem anos, que ainda pode ser considerado o padrão “ouro” e os cimentos resinosos. A escolha de um agente de cimentação apropriado para finalizar tratamentos de próteses fixas como coroas unitárias e pontes são considerados critérios cuidadosos para o sucesso final, em grande medida depende da escolha correta do operador.
Autores principais:Fonsêca, Carlos Henrique Coutinho
Assunto:Resinas compostas Pré-aquecimento Cimentação Prótese fixa
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:Um agente cimentante tem como base o preenchimento da interface da superfície interna da prótese e a do dente preparado, permitindo retenção e resistência à restauração e ao remanescente dentário e vedamento marginal, favorecendo a longevidade dos trabalhos protéticos. A resina composta é o material mais usado habitualmente para restaurações de forma direta. No entanto, este material apresenta algumas desvantagens, incluindo o uso de uma ligação interfacial adesiva que se degrada com o tempo, a humidade e a função na boca, certas propriedades mecânicas importantes (por exemplo, módulo de elasticidade) são inferiores às do amálgama. Desta forma, há uma preocupação de que o compósito de resina seja inserido numa preparação com o mínimo de vazios possível para uma melhor adaptação interfacial e maximizar do grau de conversão composto, a fim de melhorar as propriedades mecânicas. Sugeriu-se que o composto seja pré-aquecido e assim auxilie tanto como agente restaurador como agente cimentante devido ao aumento da fluidez. A manutenção da carga inorgânica também colabora para evitar a degradação mecânica por parte do cimento. Na atualidade, inúmeros compósitos são usados como cimentos, portanto, esta técnica alternativa mostra-se efetiva e bastante promissora. A literatura científica a ser revista relata uma comparação desta forma de uso da resina composta com outros cimentos tais como o Cimento de Fostato de Zinco, usado há quase cem anos, que ainda pode ser considerado o padrão “ouro” e os cimentos resinosos. A escolha de um agente de cimentação apropriado para finalizar tratamentos de próteses fixas como coroas unitárias e pontes são considerados critérios cuidadosos para o sucesso final, em grande medida depende da escolha correta do operador.