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Comparação dos anticoagulantes orais ("clássicos" versus novos) e suas implicações médico-dentárias

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os médicos dentistas deparam-se frequentemente com pacientes medicados com anticoagulantes orais: com antivitamínicos K ou com novos anticoagulantes orais. Estes profissionais de saúde são confrontados com um duplo risco nestes pacientes: por um lado, o risco hemorrágico no caso de manterem a medicação durante procedimentos dentários invasivos, ou, por outro lado, um possível risco trombótico, caso a terapêutica seja suspensa. Durante vários anos, o fármaco mais usado nos pacientes hipocoagulados era a varfarina, que necessita de uma monitorização regular e apresenta numerosas interações medicamentosas e alimentares. Face a estas desvantagens, foram desenvolvidos novos anticoagulantes orais: apixabano, rivaroxabano, epixabano e dabigatrano, que apresentam uma eficácia semelhante e uma segurança superior em comparação as antagonistas da vitamina K. Esta dissertação fornece uma abordagem farmacológica dos diversos anticoagulantes orais, clássicos e novos, bem como os testes laboratoriais para a sua monitorização e a avaliação do risco hemorrágico. Estes conhecimentos são essenciais para o médico dentista lidar com as diferentes situações clínicas destes pacientes hipocoagulados e saber interpretar os testes laboratoriais para decidir se o tratamento médico-dentário é ou não recomendado.
Autores principais:Mota, Amélie
Assunto:Antivitamínicos K Anticoagulantes orais Prática odontológica Varfarina
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:Os médicos dentistas deparam-se frequentemente com pacientes medicados com anticoagulantes orais: com antivitamínicos K ou com novos anticoagulantes orais. Estes profissionais de saúde são confrontados com um duplo risco nestes pacientes: por um lado, o risco hemorrágico no caso de manterem a medicação durante procedimentos dentários invasivos, ou, por outro lado, um possível risco trombótico, caso a terapêutica seja suspensa. Durante vários anos, o fármaco mais usado nos pacientes hipocoagulados era a varfarina, que necessita de uma monitorização regular e apresenta numerosas interações medicamentosas e alimentares. Face a estas desvantagens, foram desenvolvidos novos anticoagulantes orais: apixabano, rivaroxabano, epixabano e dabigatrano, que apresentam uma eficácia semelhante e uma segurança superior em comparação as antagonistas da vitamina K. Esta dissertação fornece uma abordagem farmacológica dos diversos anticoagulantes orais, clássicos e novos, bem como os testes laboratoriais para a sua monitorização e a avaliação do risco hemorrágico. Estes conhecimentos são essenciais para o médico dentista lidar com as diferentes situações clínicas destes pacientes hipocoagulados e saber interpretar os testes laboratoriais para decidir se o tratamento médico-dentário é ou não recomendado.