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Caracterização anatómica do seio maxilar por CBCT em doentes da clínica dentária universitária Egas Moniz

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivos: Pretende-se descrever dimensionalmente uma amostra representativa de seios maxilares de doentes da Clínica Dentária Universitária Egas Moniz (CDUEM) por tomografia computorizada de feixe cónico (CBCT). Procura-se relacionar a medição da largura, comprimento e espessura da membrana de Schneider de cada seio maxilar com a sua classificação, segundo Niu e colaboradores. Materiais e métodos: Foram analisados 160 CBCT efetuados na CDUEM. Para cada seio maxilar, foi medida a largura, comprimento e espessura da membrana de Schneider em três localizações (zona do segundo pré-molar, do primeiro e segundo molares) e foi feita a sua classificação. Esta inclui 5 tipos (A – E) e 3 subtipos. A análise das medições foi efetuada recorrendo a estatística descritiva e inferencial para p<0,05. Resultados: Na zona dos segundos pré-molares, o tipo de seio maxilar mais frequente é o A e o subtipo mais comum é o 1 nas seis localizações. A largura vai aumentando de anterior para posterior, do tipo A para o D e o subtipo 1 é o mais estreito. Tanto as medições da espessura da membrana como do comprimento são variáveis. Em média, as dimensões do seio maxilar são maiores no sexo masculino do que no feminino. Verificou-se que a largura na zona dos segundos molares distingue o seio maxilar esquerdo do direito. A altura de osso residual (RBH) é menor na ausência de dente na zona dos segundos pré-molares. As únicas medidas que poderão sofrer alteração com a idade são o comprimento na zona do dente 25 e a espessura da membrana na área do dente 27 (p<0,05). Conclusões: O método descrito por Niu e colaboradores é aplicável à população da CDUEM. A avaliação pré-cirúrgica do seio maxilar é indispensável pois facilita a prevenção de complicações e a escolha da técnica.
Autores principais:Machete, Mariana Pinheiro de Vallera Chancerelle de
Assunto:CBCT Seio maxilar Classificação Membrana de Schneider
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:Objetivos: Pretende-se descrever dimensionalmente uma amostra representativa de seios maxilares de doentes da Clínica Dentária Universitária Egas Moniz (CDUEM) por tomografia computorizada de feixe cónico (CBCT). Procura-se relacionar a medição da largura, comprimento e espessura da membrana de Schneider de cada seio maxilar com a sua classificação, segundo Niu e colaboradores. Materiais e métodos: Foram analisados 160 CBCT efetuados na CDUEM. Para cada seio maxilar, foi medida a largura, comprimento e espessura da membrana de Schneider em três localizações (zona do segundo pré-molar, do primeiro e segundo molares) e foi feita a sua classificação. Esta inclui 5 tipos (A – E) e 3 subtipos. A análise das medições foi efetuada recorrendo a estatística descritiva e inferencial para p<0,05. Resultados: Na zona dos segundos pré-molares, o tipo de seio maxilar mais frequente é o A e o subtipo mais comum é o 1 nas seis localizações. A largura vai aumentando de anterior para posterior, do tipo A para o D e o subtipo 1 é o mais estreito. Tanto as medições da espessura da membrana como do comprimento são variáveis. Em média, as dimensões do seio maxilar são maiores no sexo masculino do que no feminino. Verificou-se que a largura na zona dos segundos molares distingue o seio maxilar esquerdo do direito. A altura de osso residual (RBH) é menor na ausência de dente na zona dos segundos pré-molares. As únicas medidas que poderão sofrer alteração com a idade são o comprimento na zona do dente 25 e a espessura da membrana na área do dente 27 (p<0,05). Conclusões: O método descrito por Niu e colaboradores é aplicável à população da CDUEM. A avaliação pré-cirúrgica do seio maxilar é indispensável pois facilita a prevenção de complicações e a escolha da técnica.