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Revascularização pulpar em dentes imaturos necróticos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A revascularização pulpar é um novo método de tratamento para dentes permanentes necróticos imaturos que permite a estimulação do desenvolvimento apical e a maturação radicular dos mesmos. A engenharia de tecidos e a utilização de células estaminais, é um importante campo em crescimento, que num futuro próximo, permitirá a regeneração de um dente vital por completo a partir de uma única célula estaminal. Por sua vez, essa mesma regeneração depende da polpa residual existente e da capacidade de diferenciação das células estaminais apicais e periodontais. Pelo menos duas técnicas de revascularização da polpa são mencionadas na literatura, uma usando hidróxido de cálcio, e uma segunda, usando por sua vez uma pasta com antibiótico triplo ou duplo. Perante os resultados até hoje apresentados as conclusões são animadoras, oferecendo assim uma alternativa terapêutica aos métodos convencionais. Contudo, são ainda necessários mais estudos na tentativa de padronizar o melhor protocolo, esclarecer algumas dúvidas existentes e principalmente procurar um maior conhecimento dos efeitos pós-revascularização.
Autores principais:Silva, Marta Ferreira e Carreira da
Assunto:Revascularização pulpar Ápex imaturo Células estaminais Hidróxido de cálcio
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:A revascularização pulpar é um novo método de tratamento para dentes permanentes necróticos imaturos que permite a estimulação do desenvolvimento apical e a maturação radicular dos mesmos. A engenharia de tecidos e a utilização de células estaminais, é um importante campo em crescimento, que num futuro próximo, permitirá a regeneração de um dente vital por completo a partir de uma única célula estaminal. Por sua vez, essa mesma regeneração depende da polpa residual existente e da capacidade de diferenciação das células estaminais apicais e periodontais. Pelo menos duas técnicas de revascularização da polpa são mencionadas na literatura, uma usando hidróxido de cálcio, e uma segunda, usando por sua vez uma pasta com antibiótico triplo ou duplo. Perante os resultados até hoje apresentados as conclusões são animadoras, oferecendo assim uma alternativa terapêutica aos métodos convencionais. Contudo, são ainda necessários mais estudos na tentativa de padronizar o melhor protocolo, esclarecer algumas dúvidas existentes e principalmente procurar um maior conhecimento dos efeitos pós-revascularização.