Publicação
A hipotensão intradialítica em hemodiálise :
| Resumo: | A doença renal crónica afeta aproximadamente 11-13% da população mundial, sendo responsável por elevadas taxas de morbilidade e mortalidade, piores resultados em saúde, com consequente aumento dos custos (Rivera, 2017). O seu grau de imprevisibilidade é elevado, sendo que os doentes podem não apresentar sintomatologia indica-tiva da progressão, por vezes rápida, para a doença renal crónica terminal (Horigan et al., 2013) em que passa a existir indicação premente para técnica substitutiva da função renal (diálise ou transplante). A hemodiálise é uma das opções terapêuticas neste estádio e também a mais prevalente. Segundo a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (2022), em 2021, 60.8% dos do-entes em técnica de substituição da função renal em Portugal encontravam-se em pro-grama regular de hemodiálise. Durante as sessões de hemodiálise a possibilidade de ocorrência de eventos adversos é elevada. A hipotensão intradialítica está documentada na literatura como um dos eventos adversos mais frequentes. A sua ocorrência está associada a elevada morbilidade e mortalidade (Chou et al., 2017). A sua elevada prevalência, morbilidade e mortalidade justificam a importância da revisão scoping que realizei intitulada – “Intervenção Especializada em Enfermagem na Hipotensão Intradialítica em Hemodiálise”. Nesta revisão scoping ficou demonstrado que o enfermeiro especialista deve assumir uma intervenção que se torna fundamental na consciencialização da equipa de enfermagem, melhorando os outcomes para os doentes. |
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| Autores principais: | Gomez, Rui Miguel Casegas de Carvalho |
| Assunto: | Enfermagem em nefrologia Hemodiálise Hipotensão |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Escola Superior de Enfermagem de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Escola Superior de Enfermagem de Lisboa |
| Resumo: | A doença renal crónica afeta aproximadamente 11-13% da população mundial, sendo responsável por elevadas taxas de morbilidade e mortalidade, piores resultados em saúde, com consequente aumento dos custos (Rivera, 2017). O seu grau de imprevisibilidade é elevado, sendo que os doentes podem não apresentar sintomatologia indica-tiva da progressão, por vezes rápida, para a doença renal crónica terminal (Horigan et al., 2013) em que passa a existir indicação premente para técnica substitutiva da função renal (diálise ou transplante). A hemodiálise é uma das opções terapêuticas neste estádio e também a mais prevalente. Segundo a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (2022), em 2021, 60.8% dos do-entes em técnica de substituição da função renal em Portugal encontravam-se em pro-grama regular de hemodiálise. Durante as sessões de hemodiálise a possibilidade de ocorrência de eventos adversos é elevada. A hipotensão intradialítica está documentada na literatura como um dos eventos adversos mais frequentes. A sua ocorrência está associada a elevada morbilidade e mortalidade (Chou et al., 2017). A sua elevada prevalência, morbilidade e mortalidade justificam a importância da revisão scoping que realizei intitulada – “Intervenção Especializada em Enfermagem na Hipotensão Intradialítica em Hemodiálise”. Nesta revisão scoping ficou demonstrado que o enfermeiro especialista deve assumir uma intervenção que se torna fundamental na consciencialização da equipa de enfermagem, melhorando os outcomes para os doentes. |
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