Publicação
Intervenção de enfermagem ao doente critico submetido a ventilação não invasiva
| Resumo: | “A ventilação não invasiva consiste na aplicação de um suporte ventilatório sem recorrer a métodos invasivos. Esta técnica já demonstrou ser eficaz em diversos tipos de insuficiência respiratória aguda ou crónica agudizada”(Ferreira, Nogueira, Conde & Taveira, 2009, p. 655). A ventilação não-invasiva (VNI) tem sido considerada uma alternativa atraente à ventilação mecânica convencional uma vez que permite evitar muitas das complicações da ventilação mecânica invasiva. “Os doentes em VNI exigem cuidados específicos e bastante complexos tendo em conta o seu estado patológico e o suporte ventilatório. Neste sentido há necessidade de programar esses cuidados, proporcionando melhor equilíbrio e maior rapidez na recuperação. Deste modo, são necessários cuidados de enfermagem que se querem globais e adaptados à situação real do doente” (Magano, Reis, Guedes & Brito, 2007, p. 17). Para Maciel (2011), o enfermeiro é considerado um profissional fundamental e tem ao seu alcance um conjunto de estratégias e técnicas que contribuem não somente para o aumento da eficácia da ventilação não invasiva, como também para a redução dos fatores de intolerância a esta terapêutica. A elaboração de um relatório de estágio nesta área de cuidados visa a demonstração da aquisição de competências de enfermeiro perito na intervenção de enfermagem ao doente crítico submetido a ventilação não invasiva através do modelo de aquisição de competências de Benner. Em termos de percurso de aquisição de competências, foi desenvolvido o trabalho de campo em quatro locais diferentes: uma Unidade de Cuidados Intensivos Respiratórios, uma Unidade de Insuficiência Respiratória e dois Serviços de Urgência Geral, todos em hospitais diferentes. Serão apresentadas e analisadas as atividades desenvolvidas em cada local, que contribuíram para o desenvolvimento de competências especializadas na prestação de cuidados ao doente crítico submetido a Ventilação Não Invasiva. |
|---|---|
| Autores principais: | Santos, Marco Ruben Santinho dos |
| Assunto: | Pessoa em situação critica Ventilação não invasiva Ventilação Insuficiência respiratória |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Escola Superior de Enfermagem de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Escola Superior de Enfermagem de Lisboa |
| Resumo: | “A ventilação não invasiva consiste na aplicação de um suporte ventilatório sem recorrer a métodos invasivos. Esta técnica já demonstrou ser eficaz em diversos tipos de insuficiência respiratória aguda ou crónica agudizada”(Ferreira, Nogueira, Conde & Taveira, 2009, p. 655). A ventilação não-invasiva (VNI) tem sido considerada uma alternativa atraente à ventilação mecânica convencional uma vez que permite evitar muitas das complicações da ventilação mecânica invasiva. “Os doentes em VNI exigem cuidados específicos e bastante complexos tendo em conta o seu estado patológico e o suporte ventilatório. Neste sentido há necessidade de programar esses cuidados, proporcionando melhor equilíbrio e maior rapidez na recuperação. Deste modo, são necessários cuidados de enfermagem que se querem globais e adaptados à situação real do doente” (Magano, Reis, Guedes & Brito, 2007, p. 17). Para Maciel (2011), o enfermeiro é considerado um profissional fundamental e tem ao seu alcance um conjunto de estratégias e técnicas que contribuem não somente para o aumento da eficácia da ventilação não invasiva, como também para a redução dos fatores de intolerância a esta terapêutica. A elaboração de um relatório de estágio nesta área de cuidados visa a demonstração da aquisição de competências de enfermeiro perito na intervenção de enfermagem ao doente crítico submetido a ventilação não invasiva através do modelo de aquisição de competências de Benner. Em termos de percurso de aquisição de competências, foi desenvolvido o trabalho de campo em quatro locais diferentes: uma Unidade de Cuidados Intensivos Respiratórios, uma Unidade de Insuficiência Respiratória e dois Serviços de Urgência Geral, todos em hospitais diferentes. Serão apresentadas e analisadas as atividades desenvolvidas em cada local, que contribuíram para o desenvolvimento de competências especializadas na prestação de cuidados ao doente crítico submetido a Ventilação Não Invasiva. |
|---|