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Construção e validação da Escala de Empowerment Individual no contexto da doença crónica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo: Enquadramento: A avaliação do empowerment poderá ser um indicador determinante para a obtenção de ganhos em saúde. Objetivos: Construir e validar uma escala de empowerment individual no contexto da pessoa com doença crónica. Metodologia: O instrumento foi construído e aplicado a uma amostra de conveniência de 271 pessoas com doença crónica, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos residentes em Lisboa. Para avaliar as propriedades métricas da escala recorreu-se à validação da fiabilidade do instrumento. Resultados: Obteve-se uma escala de 25 itens com 7 dimensões: Autoperceção; Participação nas decisões em saúde; Mestria; Determinação; Identidade; Autonomia e poder; Relação com os profissionais de saúde. A análise fatorial (componentes principais- Varimax) revelou que os que os 25 itens se organizaram em 7 fatores com uma variância explicada total de 65,28% e alfa de Cronbach total de 0,803. Conclusão: A criação de uma medida válida e fiável de empowerment no contexto da doença crónica poderá ajudará os profissionais de saúde a explorar o impacto deste resultado na autogestão dos regimes terapêuticos.
Autores principais:Luz, Elilsabete Lamy
Outros Autores:Bastos, Fernanda; Vieira, Margarida Maria
Assunto:Doença crónica Empoderamento para a saúde Escalas
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto
Idioma:português
Origem:Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto
Descrição
Resumo:Resumo: Enquadramento: A avaliação do empowerment poderá ser um indicador determinante para a obtenção de ganhos em saúde. Objetivos: Construir e validar uma escala de empowerment individual no contexto da pessoa com doença crónica. Metodologia: O instrumento foi construído e aplicado a uma amostra de conveniência de 271 pessoas com doença crónica, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos residentes em Lisboa. Para avaliar as propriedades métricas da escala recorreu-se à validação da fiabilidade do instrumento. Resultados: Obteve-se uma escala de 25 itens com 7 dimensões: Autoperceção; Participação nas decisões em saúde; Mestria; Determinação; Identidade; Autonomia e poder; Relação com os profissionais de saúde. A análise fatorial (componentes principais- Varimax) revelou que os que os 25 itens se organizaram em 7 fatores com uma variância explicada total de 65,28% e alfa de Cronbach total de 0,803. Conclusão: A criação de uma medida válida e fiável de empowerment no contexto da doença crónica poderá ajudará os profissionais de saúde a explorar o impacto deste resultado na autogestão dos regimes terapêuticos.