Publicação
Satisfação no trabalho dos enfermeiros nos Cuidados de Saúde Primários
| Resumo: | Introdução: As mudanças que ocorreram nas organizações de saúde repercutiram-se nos aspetos psicossociais dos colaboradores. Por inerência da sua especificidade profissional, os enfermeiros deparam-se com fatores pessoais, profissionais e organizacionais capazes de condicionar a satisfação no trabalho (Borges, 2012). Pretende-se identificar o nível de satisfação no trabalho dos enfermeiros e sua variação em função de características individuais/profissionais. Metodologia: Estudo exploratório, transversal de natureza quantitativa. Aplicou-se um questionário de sociodemográfico/ profissional e de satisfação no trabalho S20/23 (Meliá e Peiró, 1989; Pocinho e Garcia, 2008), a 109 enfermeiros portugueses de um ACeS da zona norte de Portugal (77,1% mulheres, 72,5% com parceiro, tempo de serviço na profissão M=14,3 anos; 78,9% a trabalhar com horário fixo e 81,7% considera o trabalho stressante). Resultado: Dos resultados preliminares salienta-se que a satisfação no trabalho global (S20/23) é de M=4,67 (DP=0,72) sendo a Satisfação com a supervisão a que apresenta valor mais elevado (M=4,97; DP=0,91) e o valor mais baixo a Satisfação com os benefícios e políticas da organização (M=3,82; DP=1,02). Discussão: Estes resultados acompanham os valores encontrados por outros investigadores (Ferreira et al., 2010). Conclusão: Os resultados encontrados apontam para a pertinência dos gestores desenvolverem estratégias, no que concerne à satisfação no trabalho dos enfermeiros, promovendo a saúde no local de trabalho, contribuindo deste modo para ambientes de trabalho saudáveis. |
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| Autores principais: | Vieira, Rosário |
| Outros Autores: | Borges, Elisabete; Freire, R.M.A. |
| Assunto: | Satisfação no Trabalho Saúde Ocupacional Enfermagem |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto |
| Idioma: | português |
| Origem: | Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto |
| Resumo: | Introdução: As mudanças que ocorreram nas organizações de saúde repercutiram-se nos aspetos psicossociais dos colaboradores. Por inerência da sua especificidade profissional, os enfermeiros deparam-se com fatores pessoais, profissionais e organizacionais capazes de condicionar a satisfação no trabalho (Borges, 2012). Pretende-se identificar o nível de satisfação no trabalho dos enfermeiros e sua variação em função de características individuais/profissionais. Metodologia: Estudo exploratório, transversal de natureza quantitativa. Aplicou-se um questionário de sociodemográfico/ profissional e de satisfação no trabalho S20/23 (Meliá e Peiró, 1989; Pocinho e Garcia, 2008), a 109 enfermeiros portugueses de um ACeS da zona norte de Portugal (77,1% mulheres, 72,5% com parceiro, tempo de serviço na profissão M=14,3 anos; 78,9% a trabalhar com horário fixo e 81,7% considera o trabalho stressante). Resultado: Dos resultados preliminares salienta-se que a satisfação no trabalho global (S20/23) é de M=4,67 (DP=0,72) sendo a Satisfação com a supervisão a que apresenta valor mais elevado (M=4,97; DP=0,91) e o valor mais baixo a Satisfação com os benefícios e políticas da organização (M=3,82; DP=1,02). Discussão: Estes resultados acompanham os valores encontrados por outros investigadores (Ferreira et al., 2010). Conclusão: Os resultados encontrados apontam para a pertinência dos gestores desenvolverem estratégias, no que concerne à satisfação no trabalho dos enfermeiros, promovendo a saúde no local de trabalho, contribuindo deste modo para ambientes de trabalho saudáveis. |
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