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Representações sociais do envelhecimento ativo

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Resumo:Em pleno século XXI, o envelhecimento da população portuguesa é uma realidade cada vez mais acentuada, que tem vindo a ser alvo de atenção na nossa sociedade. É precisamente esta amplificação do envelhecimento que tem vindo a desafiar não apenas governos, mas também famílias e profissionais, a encontrar ofertas que proporcionem condições de vida dignas e com qualidade, aos seus idosos. Perante esta realidade começa a valorizar-se, cada vez mais, o Envelhecimento Ativo, tema deste trabalho de projeto, que visa a melhoria das condições de saúde, a participação e segurança, de forma a proporcionar uma melhor qualidade de vida aos idosos. O presente trabalho de projeto tem como objetivo principal perceber qual a perceção dos idosos do CCOP sobre o Envelhecimento Ativo, assim como se, na opinião dos mesmos, a instituição que frequentam lhes proporciona Envelhecimento Ativo. No fundo o objetivo é ouvir a opinião dos próprios idosos, a fim de se retirarem ilações. Para melhor complementar este trabalho de projeto, optou-se por ouvir também a opinião do presidente do CCOP, sobre o mesmo assunto. A fim de se alcançarem estes objetivos, optou-se por utilizar uma metodologia mista, em concreto, o método qualitativo (entrevistas) e o método quantitativo (inquéritos), de forma a verificar as hipóteses formuladas na pesquisa com maior exatidão, assim como abranger uma amostra mais significativa. De realçar que da confrontação entre a literatura da especialidade e os resultados obtidos, mais do que conclusões surgiram inquietações, reflexões e futuras linhas de investigação, que apontam não só para a necessidade de reformulação de políticas, medidas e estratégias rumo a um Envelhecimento Ativo, mas também para a valorização desta faixa etária, que nos próximos anos assumirá, sem dúvida, uma forte importância na regulação global das nossas sociedades. Com a Intervenção Comunitária pretende-se não apenas intervir na comunidade, mas sim, com a comunidade, no sentido de envolver os próprios intervenientes no processo de reflexão, ajustamento e melhoramento, dentro daquilo que é desejável e possível.
Autores principais:Soares, Maria da Guia Lopes Gonçalves
Assunto:Intervenção comunitária Envelhecimento ativo Idoso
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti
Idioma:português
Origem:Repositório da ESE de Paula Frassinetti
Descrição
Resumo:Em pleno século XXI, o envelhecimento da população portuguesa é uma realidade cada vez mais acentuada, que tem vindo a ser alvo de atenção na nossa sociedade. É precisamente esta amplificação do envelhecimento que tem vindo a desafiar não apenas governos, mas também famílias e profissionais, a encontrar ofertas que proporcionem condições de vida dignas e com qualidade, aos seus idosos. Perante esta realidade começa a valorizar-se, cada vez mais, o Envelhecimento Ativo, tema deste trabalho de projeto, que visa a melhoria das condições de saúde, a participação e segurança, de forma a proporcionar uma melhor qualidade de vida aos idosos. O presente trabalho de projeto tem como objetivo principal perceber qual a perceção dos idosos do CCOP sobre o Envelhecimento Ativo, assim como se, na opinião dos mesmos, a instituição que frequentam lhes proporciona Envelhecimento Ativo. No fundo o objetivo é ouvir a opinião dos próprios idosos, a fim de se retirarem ilações. Para melhor complementar este trabalho de projeto, optou-se por ouvir também a opinião do presidente do CCOP, sobre o mesmo assunto. A fim de se alcançarem estes objetivos, optou-se por utilizar uma metodologia mista, em concreto, o método qualitativo (entrevistas) e o método quantitativo (inquéritos), de forma a verificar as hipóteses formuladas na pesquisa com maior exatidão, assim como abranger uma amostra mais significativa. De realçar que da confrontação entre a literatura da especialidade e os resultados obtidos, mais do que conclusões surgiram inquietações, reflexões e futuras linhas de investigação, que apontam não só para a necessidade de reformulação de políticas, medidas e estratégias rumo a um Envelhecimento Ativo, mas também para a valorização desta faixa etária, que nos próximos anos assumirá, sem dúvida, uma forte importância na regulação global das nossas sociedades. Com a Intervenção Comunitária pretende-se não apenas intervir na comunidade, mas sim, com a comunidade, no sentido de envolver os próprios intervenientes no processo de reflexão, ajustamento e melhoramento, dentro daquilo que é desejável e possível.