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Anti-envelhecimento – um mito ou uma realidade?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O envelhecimento é um declínio progressivo na capacidade dos sistemas fisiológicos que resulta de uma combinação variável de diferentes fatores e que leva a um aumento de vulnerabilidade. Com o envelhecimento da população mundial e o consequente aumento da incidência de patologias associadas à idade, as teorias e estratégias anti-envelhecimento tornaram-se um tópico cada vez mais relevante. O aumento do interesse nesta área aumenta também o perigo da desinformação e da venda de “soluções milagrosas” sem benefício comprovado e/ou potencialmente prejudiciais, sendo portanto imprescindível o estudo e debate nesta área.O envelhecimento é um processo natural caracterizado por um declínio progressivo das funções fisiológicas, resultante de múltiplos fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Esse declínio aumenta a vulnerabilidade a doenças e limitações funcionais. Com o envelhecimento da população mundial, cresce também a incidência de doenças associadas à idade, o que intensifica o interesse por estratégias que promovam um envelhecimento saudável. Contudo, esse interesse crescente abre espaço para a disseminação de desinformação e para a comercialização de produtos e intervenções sem comprovação científica, muitas vezes ineficazes ou prejudiciais.Entre as estratégias mais estudadas e com benefícios comprovados estão mudanças no estilo de vida, como a prática regular de exercício físico e a restrição calórica, ambas associadas à melhoria da saúde metabólica e da longevidade. Além disso, novas abordagens têm despertado interesse na comunidade científica, como o uso de senolíticos e senomórficos, a modulação da microbiota intestinal e a reprogramação epigenética. Apesar dos avanços promissores, essas intervenções ainda enfrentam desafios importantes, como a comprovação de eficácia em humanos e a avaliação dos riscos a longo prazo.Este trabalho tem como objetivo rever a literatura científica sobre estratégias anti-envelhecimento, destacando as intervenções com evidências mais consistentes na promoção da qualidade de vida ao longo do envelhecimento.
Autores principais:Domingos, Isabel dos Anjos Teodoro
Assunto:Aging Healthy aging Geroscience Longevity Envelhecimento Envelhecimento saudável Gerociência Longevidade
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Coimbra
Idioma:português
Origem:Estudo Geral - Universidade de Coimbra
Descrição
Resumo:O envelhecimento é um declínio progressivo na capacidade dos sistemas fisiológicos que resulta de uma combinação variável de diferentes fatores e que leva a um aumento de vulnerabilidade. Com o envelhecimento da população mundial e o consequente aumento da incidência de patologias associadas à idade, as teorias e estratégias anti-envelhecimento tornaram-se um tópico cada vez mais relevante. O aumento do interesse nesta área aumenta também o perigo da desinformação e da venda de “soluções milagrosas” sem benefício comprovado e/ou potencialmente prejudiciais, sendo portanto imprescindível o estudo e debate nesta área.O envelhecimento é um processo natural caracterizado por um declínio progressivo das funções fisiológicas, resultante de múltiplos fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Esse declínio aumenta a vulnerabilidade a doenças e limitações funcionais. Com o envelhecimento da população mundial, cresce também a incidência de doenças associadas à idade, o que intensifica o interesse por estratégias que promovam um envelhecimento saudável. Contudo, esse interesse crescente abre espaço para a disseminação de desinformação e para a comercialização de produtos e intervenções sem comprovação científica, muitas vezes ineficazes ou prejudiciais.Entre as estratégias mais estudadas e com benefícios comprovados estão mudanças no estilo de vida, como a prática regular de exercício físico e a restrição calórica, ambas associadas à melhoria da saúde metabólica e da longevidade. Além disso, novas abordagens têm despertado interesse na comunidade científica, como o uso de senolíticos e senomórficos, a modulação da microbiota intestinal e a reprogramação epigenética. Apesar dos avanços promissores, essas intervenções ainda enfrentam desafios importantes, como a comprovação de eficácia em humanos e a avaliação dos riscos a longo prazo.Este trabalho tem como objetivo rever a literatura científica sobre estratégias anti-envelhecimento, destacando as intervenções com evidências mais consistentes na promoção da qualidade de vida ao longo do envelhecimento.