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Cronoterapia no tratamento da hipertensão arterial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A hipertensão arterial é uma patologia crónica bastante comum na atualidade, podendo ser considerada um problema de Saúde Pública. Na maioria dos casos, desconhece-se a causa da hipertensão arterial, contudo vários fatores podem estar associados à elevação da pressão arterial, como por exemplo o consumo de alimentos ricos em sal, o sedentarismo, o tabagismo, a obesidade e a história familiar. O diagnóstico da hipertensão arterial passa pela medição da pressão arterial, um método bastante simples, rápido e indolor, que deve ser repetido em diferentes circunstâncias e durante um determinado período de tempo para se realizar o diagnóstico correto e tomar as decisões terapêuticas mais pertinentes. A pressão arterial exibe variações ao longo de 24 horas, como resultado da combinação de fatores endógenos e exógenos. Tendo em conta o ritmo circadiano da pressão arterial os indivíduos podem ser classificados em dippers ou não-dippers, estando estes últimos associados a um maior risco cardiovascular. A cronoterapia constitui uma estratégia terapêutica que consiste em ajustar a administração de fármacos em função do ritmo circadiano. De acordo com vários estudos, a administração de um ou mais anti-hipertensores antes de dormir está frequentemente associado a uma redução do perfil não-dipper nos portadores de hipertensão e a um melhor controlo da doença.
Autores principais:Varela, Nádia Daniela Lopes
Assunto:Hipertensão Cronoterapia
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Coimbra
Idioma:português
Origem:Estudo Geral - Universidade de Coimbra
Descrição
Resumo:A hipertensão arterial é uma patologia crónica bastante comum na atualidade, podendo ser considerada um problema de Saúde Pública. Na maioria dos casos, desconhece-se a causa da hipertensão arterial, contudo vários fatores podem estar associados à elevação da pressão arterial, como por exemplo o consumo de alimentos ricos em sal, o sedentarismo, o tabagismo, a obesidade e a história familiar. O diagnóstico da hipertensão arterial passa pela medição da pressão arterial, um método bastante simples, rápido e indolor, que deve ser repetido em diferentes circunstâncias e durante um determinado período de tempo para se realizar o diagnóstico correto e tomar as decisões terapêuticas mais pertinentes. A pressão arterial exibe variações ao longo de 24 horas, como resultado da combinação de fatores endógenos e exógenos. Tendo em conta o ritmo circadiano da pressão arterial os indivíduos podem ser classificados em dippers ou não-dippers, estando estes últimos associados a um maior risco cardiovascular. A cronoterapia constitui uma estratégia terapêutica que consiste em ajustar a administração de fármacos em função do ritmo circadiano. De acordo com vários estudos, a administração de um ou mais anti-hipertensores antes de dormir está frequentemente associado a uma redução do perfil não-dipper nos portadores de hipertensão e a um melhor controlo da doença.