Publicação
Relatório de Estágio e Monografia intitulada "Abordagem Terapêutica da Enxaqueca – Um Update"
| Resumo: | A enxaqueca é uma cefaleia primária prevalente e muito incapacitante. Existem vários subtipos de enxaqueca, distinguindo-se essencialmente pela existência de aura, a tipologia de aura presente e a frequência dos episódios de crise. Os seus mecanismos fisiopatológicos resultam da existência de uma sensibilização neurovascular anormal. A ativação do mecanismo trigeminovascular está na origem da sintomatologia característica desta patologia. A intervenção farmacológica desta patologia tem duas componentes essenciais: uma abordagem direcionada para a terapêutica de controlo da sintomatologia da crise e a terapêutica preventiva. A terapêutica do controlo da crise assenta essencialmente na classe dos triptanos e dos AINES. No caso da terapêutica preventiva, a primeira linha de tratamento envolve o propranolol, a amitriptilina e o topiramato. A BoNTA e os anticorpos monoclonais, terapêuticas inovadoras, estão indicadas para estádios mais avançados da doença A terapêutica não farmacológica na enxaqueca surge como complementar à terapêutica farmacológica, mostrando-se capaz de diminuir consideravelmente o impacto desta doença. O farmacêutico é um profissional importante na gestão da terapêutica instituída e na referenciação ao médico de portadores de enxaqueca em diferentes contextos. O trabalho apresentado inclui ainda os relatórios de estágio referente ao estágio curricular nos Serviços de Farmácia Hospitalar do Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra e na Farmácia Barros. Efetuo um balaço dos conhecimentos adquiridos neste espaço temporal e que se mostraram fundamentais na minha formação enquanto farmacêutica. |
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| Autores principais: | Santiago, Júlia da Fonseca |
| Assunto: | Enxaqueca Fisiopatologia Terapêutica Farmacêutico Inovação Migraine Pathophysiology Therapeutics Pharmacist Innovation |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Resumo: | A enxaqueca é uma cefaleia primária prevalente e muito incapacitante. Existem vários subtipos de enxaqueca, distinguindo-se essencialmente pela existência de aura, a tipologia de aura presente e a frequência dos episódios de crise. Os seus mecanismos fisiopatológicos resultam da existência de uma sensibilização neurovascular anormal. A ativação do mecanismo trigeminovascular está na origem da sintomatologia característica desta patologia. A intervenção farmacológica desta patologia tem duas componentes essenciais: uma abordagem direcionada para a terapêutica de controlo da sintomatologia da crise e a terapêutica preventiva. A terapêutica do controlo da crise assenta essencialmente na classe dos triptanos e dos AINES. No caso da terapêutica preventiva, a primeira linha de tratamento envolve o propranolol, a amitriptilina e o topiramato. A BoNTA e os anticorpos monoclonais, terapêuticas inovadoras, estão indicadas para estádios mais avançados da doença A terapêutica não farmacológica na enxaqueca surge como complementar à terapêutica farmacológica, mostrando-se capaz de diminuir consideravelmente o impacto desta doença. O farmacêutico é um profissional importante na gestão da terapêutica instituída e na referenciação ao médico de portadores de enxaqueca em diferentes contextos. O trabalho apresentado inclui ainda os relatórios de estágio referente ao estágio curricular nos Serviços de Farmácia Hospitalar do Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra e na Farmácia Barros. Efetuo um balaço dos conhecimentos adquiridos neste espaço temporal e que se mostraram fundamentais na minha formação enquanto farmacêutica. |
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