Publicação
Sarampo: desde a prevenção ao tratamento. Algum dia alcançaremos a erradicação?
| Resumo: | O sarampo é uma doença altamente contagiosa que resulta da infeção pelo Vírus do Sarampo. Este tem a capacidade de entrar no organismo do hospedeiro através do trato respiratório na sequência da inalação de partículas aerossolizadas. Uns dias após a infeção surgem os primeiros sintomas nomeadamente tosse, febre, rinorreia e conjuntivite aos quais se segue o rash cutâneo característico. A resposta imune desencadeada na sequência da infeção é bastante robusta e traduz-se numa elevada ativação de células imunes que confere imunidade para a vida, no entanto a infeção pelo vírus do Sarampo está também associada a uma supressão imune generalizada. Geralmente a recuperação é total, mas podem surgir complicações que, apesar de não muito frequentes, podem evoluir para situações bastante graves ou mesmo fatais. Não existe um tratamento antiviral específico para o sarampo passando a gestão da infeção por uma terapêutica de suporte, associado à administração de vitamina A. A principal forma de prevenção é através da vacinação. A erradicação do sarampo é uma possibilidade, embora nos últimos anos se tenha tornado um objetivo mais difícil de alcançar uma vez que têm surgido surtos por todo o globo e número de casos registados não pára de aumentar. A disseminação de movimentos antivacinação é uma das causas do aumento constante do número de casos reportados tendo mesmo sido considerado pela OMS como uma das maiores ameaças à saúde a nível global, em 2019. |
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| Autores principais: | Santos, Paula Rosa Marques |
| Assunto: | Sarampo rash cutâneo Vacina Epidemiologia Erradicação Measles Skin rash Vaccine Epidemiology Eradication |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Resumo: | O sarampo é uma doença altamente contagiosa que resulta da infeção pelo Vírus do Sarampo. Este tem a capacidade de entrar no organismo do hospedeiro através do trato respiratório na sequência da inalação de partículas aerossolizadas. Uns dias após a infeção surgem os primeiros sintomas nomeadamente tosse, febre, rinorreia e conjuntivite aos quais se segue o rash cutâneo característico. A resposta imune desencadeada na sequência da infeção é bastante robusta e traduz-se numa elevada ativação de células imunes que confere imunidade para a vida, no entanto a infeção pelo vírus do Sarampo está também associada a uma supressão imune generalizada. Geralmente a recuperação é total, mas podem surgir complicações que, apesar de não muito frequentes, podem evoluir para situações bastante graves ou mesmo fatais. Não existe um tratamento antiviral específico para o sarampo passando a gestão da infeção por uma terapêutica de suporte, associado à administração de vitamina A. A principal forma de prevenção é através da vacinação. A erradicação do sarampo é uma possibilidade, embora nos últimos anos se tenha tornado um objetivo mais difícil de alcançar uma vez que têm surgido surtos por todo o globo e número de casos registados não pára de aumentar. A disseminação de movimentos antivacinação é uma das causas do aumento constante do número de casos reportados tendo mesmo sido considerado pela OMS como uma das maiores ameaças à saúde a nível global, em 2019. |
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