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Formação de verbos em -ar em português
| Resumo: | O presente trabalho consiste na análise de verbos em -ar em português, com base nominal ou adjectival, que não apresentam, de forma claramente inequívoca e individualizada, um elemento de carácter afixal. Trata-se, assim, de verbos que seguem o esquema genolexical [[X]RN/RA [a]VT [r]MI]V. Num primeiro momento, problematiza-se o processo de formação subjacente a este tipo de formações, equacionando-se duas possibilidades distintas: derivação por sufixação e conversão. Analisam-se as virtualidades e defeitos de cada um deles, considerando-se que o quadro da derivação se adequa melhor aos diferentes processos de formação de verbos em português. Num segundo momento, procede-se à análise morfológica, sintáctica e semântica das bases nominais e adjectivais que potenciam os verbos em estudo. Estabelecido o quadro das bases, observam-se os produtos construídos, em termos argumentais e semântico-categoriais. Constata-se que, embora abranjam um leque bastante variado de significações, os verbos que partem de bases nominais e adjectivais não marcados em termos afixais denotam, dominantemente, acções realizadas com recurso ao que a base denota. Verificados as bases e os produtos, equacionam-se as Regras de Formação de Palavras (RFP’s) subjacentes a este tipo de produtos, concluindo-se que a eles presidem duas regras: RFP MUDANÇA e RFP INSTRUMENTAL. Constatando-se, diariamente, que os verbos em -ar são bastante frequentes, analisam-se, em termos morfológicos, argumentais e semântico-categoriais algumas produções recentes, com um número significativo que tem na sua base nomes de origem inglesa |
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| Autores principais: | Coelho, Carla Cristina Almeida |
| Assunto: | Língua portuguesa -- formação de verbos em Ar Verbos -- língua portuguesa |
| Ano: | 2003 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Resumo: | O presente trabalho consiste na análise de verbos em -ar em português, com base nominal ou adjectival, que não apresentam, de forma claramente inequívoca e individualizada, um elemento de carácter afixal. Trata-se, assim, de verbos que seguem o esquema genolexical [[X]RN/RA [a]VT [r]MI]V. Num primeiro momento, problematiza-se o processo de formação subjacente a este tipo de formações, equacionando-se duas possibilidades distintas: derivação por sufixação e conversão. Analisam-se as virtualidades e defeitos de cada um deles, considerando-se que o quadro da derivação se adequa melhor aos diferentes processos de formação de verbos em português. Num segundo momento, procede-se à análise morfológica, sintáctica e semântica das bases nominais e adjectivais que potenciam os verbos em estudo. Estabelecido o quadro das bases, observam-se os produtos construídos, em termos argumentais e semântico-categoriais. Constata-se que, embora abranjam um leque bastante variado de significações, os verbos que partem de bases nominais e adjectivais não marcados em termos afixais denotam, dominantemente, acções realizadas com recurso ao que a base denota. Verificados as bases e os produtos, equacionam-se as Regras de Formação de Palavras (RFP’s) subjacentes a este tipo de produtos, concluindo-se que a eles presidem duas regras: RFP MUDANÇA e RFP INSTRUMENTAL. Constatando-se, diariamente, que os verbos em -ar são bastante frequentes, analisam-se, em termos morfológicos, argumentais e semântico-categoriais algumas produções recentes, com um número significativo que tem na sua base nomes de origem inglesa |
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