Publicação

Simultaneous administration of insulin and GLP-1 agonists. Technologically possible?

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A prática regular de exercício físico juntamente com uma alimentação equilibradasão, nos dias de hoje, fundamentais para a implementação de um estilo de vida saudável, sendo este indispensável quer para a prevenção como para o controlo de várias doenças.A diabetes mellitus, cuja prevalência tem aumentado drasticamente, também obedecea este conjunto de ditas medidas não farmacológicas, como primeiro passo de atuação. No entanto, esta abordagem na maior parte dos casos não é suficiente, sendo necessário um tratamento farmacológico que tem lançado um grande desafio no controlo glicémico devido às limitações das terapêuticas atuais existentes, nomeadamente, o aumento de peso, hipoglicemias e a repetida dependência em injetáveis, contribuindo para a não adesão do paciente.Esta monografia apresenta novas classes e formas farmacêuticas, que têm vindo aultrapassar alguns destes obstáculos e a coadjuvar no tratamento da doença. Adicionalmente à insulina, terapias baseadas no efeito das incretinas, como por exemplo, o exenatido e liraglutido, dispõem cada vez mais de co-formulações com claras vantagens relativamente à monoterapia.As incretinas, hormonas endógenas do nosso organismo, como resultado de váriaspesquisas, demonstraram ter um papel fulcral na homeostase da glucose, chamando aatenção no mundo científico. A mimetização e intensificação da ação das incretinas e da via endógena de secreção da insulina, em terapia combinada, são suscetíveis a apresentar meios fisiologicamente mais relevantes para o controlo metabólico da diabetes tipo 2.O desenvolvimento de sistemas de libertação modificada em formulações orais,mucoadesivas e injeções únicas, minimizam o inconveniente das administrações parentéricas sucessivas. Mais investigações, estudos e práticas clínicas, serão imprescindíveis para compreender as verdadeiras implicações existentes nestas novas opções, os seus perfis de segurança, vantagens e desvantagens, em suma, a sua mais valia na terapia da diabetes.
Autores principais:Barbosa, Joana Rafaela Sousa
Assunto:Diabetes Mellitus Terapia combinada Insulina GLP-1 Novas Formulações Diabetes Mellitus Combination therapy Insulin GLP-1 New Formulations
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Coimbra
Idioma:inglês
Origem:Estudo Geral - Universidade de Coimbra
Descrição
Resumo:A prática regular de exercício físico juntamente com uma alimentação equilibradasão, nos dias de hoje, fundamentais para a implementação de um estilo de vida saudável, sendo este indispensável quer para a prevenção como para o controlo de várias doenças.A diabetes mellitus, cuja prevalência tem aumentado drasticamente, também obedecea este conjunto de ditas medidas não farmacológicas, como primeiro passo de atuação. No entanto, esta abordagem na maior parte dos casos não é suficiente, sendo necessário um tratamento farmacológico que tem lançado um grande desafio no controlo glicémico devido às limitações das terapêuticas atuais existentes, nomeadamente, o aumento de peso, hipoglicemias e a repetida dependência em injetáveis, contribuindo para a não adesão do paciente.Esta monografia apresenta novas classes e formas farmacêuticas, que têm vindo aultrapassar alguns destes obstáculos e a coadjuvar no tratamento da doença. Adicionalmente à insulina, terapias baseadas no efeito das incretinas, como por exemplo, o exenatido e liraglutido, dispõem cada vez mais de co-formulações com claras vantagens relativamente à monoterapia.As incretinas, hormonas endógenas do nosso organismo, como resultado de váriaspesquisas, demonstraram ter um papel fulcral na homeostase da glucose, chamando aatenção no mundo científico. A mimetização e intensificação da ação das incretinas e da via endógena de secreção da insulina, em terapia combinada, são suscetíveis a apresentar meios fisiologicamente mais relevantes para o controlo metabólico da diabetes tipo 2.O desenvolvimento de sistemas de libertação modificada em formulações orais,mucoadesivas e injeções únicas, minimizam o inconveniente das administrações parentéricas sucessivas. Mais investigações, estudos e práticas clínicas, serão imprescindíveis para compreender as verdadeiras implicações existentes nestas novas opções, os seus perfis de segurança, vantagens e desvantagens, em suma, a sua mais valia na terapia da diabetes.