Publicação
Desenvolvimento de um sensor de determinação da vitalidade dentária
| Resumo: | Apesar da diferente morfologia, os dentes partilham uma estrutura fisiológica semelhante. Todos apresentam coroa, raíz e uma cavidade pulpar no interior da qual se encontra um tecido condutor altamente vascularizado e inervado – a polpa dentária. Existem diversos factores que ameaçam a vitalidade pulpar, provocando numa primeira fase a inflamação da polpa — pulpite — e numa fase posterior a sua morte — necrose. Neste contexto, esta tese de mestrado tem por objetivo desenvolver um sensor capaz de auxiliar no diagnóstico da patologia pulpar, permitindo orientar o procedimento terapêutico destinado a combater a infecção, que poderá estimular a inflamação nos tecidos envolventes e o desenvolvimento de lesões periapicais como abcessos, granulomas e quistos. Actualmente, os métodos de diagnóstico de vitalidade dentária mais comuns são os testes de sensibilidade térmicos e eléctricos, contudo, para além de serem dolorosos, são também alvo de alguma subjectividade. O objectivo de desenvolver um sensor pretende ultrapassar as dificuldades referidas de modo a fornecer resultados mais fidedignos. O seu funcionamento encontra-se, por isso, assente na técnica de oximetria de pulso, permitindo inferir resultados mensuráveis da vascularização da polpa dentária e, desta forma, prever o seu estado de degeneração. Palavras-chave: Vitalidade Pulpar Dentária, Oximetria de Pulso, Métodos de Diagnóstico da doença Pulpar. |
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| Autores principais: | Cerqueira, Mariana Gomes |
| Assunto: | Doença pulpar-diagnóstico Oximetria de pulso Polpa dentária Polpa dentária-doenças Vitalidade pulpardentária |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Resumo: | Apesar da diferente morfologia, os dentes partilham uma estrutura fisiológica semelhante. Todos apresentam coroa, raíz e uma cavidade pulpar no interior da qual se encontra um tecido condutor altamente vascularizado e inervado – a polpa dentária. Existem diversos factores que ameaçam a vitalidade pulpar, provocando numa primeira fase a inflamação da polpa — pulpite — e numa fase posterior a sua morte — necrose. Neste contexto, esta tese de mestrado tem por objetivo desenvolver um sensor capaz de auxiliar no diagnóstico da patologia pulpar, permitindo orientar o procedimento terapêutico destinado a combater a infecção, que poderá estimular a inflamação nos tecidos envolventes e o desenvolvimento de lesões periapicais como abcessos, granulomas e quistos. Actualmente, os métodos de diagnóstico de vitalidade dentária mais comuns são os testes de sensibilidade térmicos e eléctricos, contudo, para além de serem dolorosos, são também alvo de alguma subjectividade. O objectivo de desenvolver um sensor pretende ultrapassar as dificuldades referidas de modo a fornecer resultados mais fidedignos. O seu funcionamento encontra-se, por isso, assente na técnica de oximetria de pulso, permitindo inferir resultados mensuráveis da vascularização da polpa dentária e, desta forma, prever o seu estado de degeneração. Palavras-chave: Vitalidade Pulpar Dentária, Oximetria de Pulso, Métodos de Diagnóstico da doença Pulpar. |
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