Publicação
Tipografia na Baixa Visão
| Resumo: | A acuidade visual nos indivíduos com baixa visão não é, na maioria dos casos, aproveitada na sua totalidade, mas poderia ser utilizada e melhorada através de medidas adequadas. Muitas vezes, estes indivíduos são equiparados e abordados da mesma forma como daqueles que padecem de cegueira. Deste modo é necessário esclarecer o conceito de acuidade visual, se o nosso grau de visão não corresponde às nossas necessidades, estamos perante uma divergência, a qual denominamos de baixa acuidade visual. Esta é a deficiência com maior incidência em Portugal, chegando mesmo a ultrapassar a deficiência motora segundo a fonte Centro Especializado em Baixa Visão. O principal objetivo deste trabalho de investigação é compreender o papel da tipografia e como esta pode interferir nos resultados de testes visuais para indivíduos que sofram deste tipo de patologia, a baixa visão. Neste sentido serão apontados elementos tipográficos que se devem ter em conta quando direcionamos um estudo sobre o processo de leitura a pacientes com necessidades visuais. Devido à ausência de designers na comunidade científica que desenvolve estes testes de leitura, como demonstra Tinkel no artigo Taking it in - What makes type easy to read – and why?, esta investigação tem como fundamento abordar a importância dessa privação, pois o conhecimento que um designer possui vai de encontro à principal ferramenta aplicada nestes testes, a tipografia. Na tentativa de compreender como se tem desenvolvido alguns testes de leitura, aplicamos a metodologia experimental, que segundo Carlos Fontes analisa o conhecimento do comportamento humano em situações reais. As ferramentas de investigação utilizadas foram a recolha de dados bibliográficos e ainda a realização de entrevistas. |
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| Autores principais: | Dias, Carla Joana Ribeiro Resende |
| Assunto: | acuidade visual baixa visão leitura legibilidade olho tipografia visual acuity low vision reading legibility eye typography |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Resumo: | A acuidade visual nos indivíduos com baixa visão não é, na maioria dos casos, aproveitada na sua totalidade, mas poderia ser utilizada e melhorada através de medidas adequadas. Muitas vezes, estes indivíduos são equiparados e abordados da mesma forma como daqueles que padecem de cegueira. Deste modo é necessário esclarecer o conceito de acuidade visual, se o nosso grau de visão não corresponde às nossas necessidades, estamos perante uma divergência, a qual denominamos de baixa acuidade visual. Esta é a deficiência com maior incidência em Portugal, chegando mesmo a ultrapassar a deficiência motora segundo a fonte Centro Especializado em Baixa Visão. O principal objetivo deste trabalho de investigação é compreender o papel da tipografia e como esta pode interferir nos resultados de testes visuais para indivíduos que sofram deste tipo de patologia, a baixa visão. Neste sentido serão apontados elementos tipográficos que se devem ter em conta quando direcionamos um estudo sobre o processo de leitura a pacientes com necessidades visuais. Devido à ausência de designers na comunidade científica que desenvolve estes testes de leitura, como demonstra Tinkel no artigo Taking it in - What makes type easy to read – and why?, esta investigação tem como fundamento abordar a importância dessa privação, pois o conhecimento que um designer possui vai de encontro à principal ferramenta aplicada nestes testes, a tipografia. Na tentativa de compreender como se tem desenvolvido alguns testes de leitura, aplicamos a metodologia experimental, que segundo Carlos Fontes analisa o conhecimento do comportamento humano em situações reais. As ferramentas de investigação utilizadas foram a recolha de dados bibliográficos e ainda a realização de entrevistas. |
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