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DNA topoisomerases em Leishmania sp.: potenciais alvos terapêuticos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Leishmania sp. constitui um grupo de parasitas protozoários que são transmitidos entre hospedeiros mamíferos, incluindo o Homem, pela fêmea de flebótomos hematófagos. Este parasita provoca leishmaniose, um conjunto de manifestações clínicas que variam relativamente ao órgão afetado e à gravidade. A leishmaniose é uma das infeções tropicais mais negligenciada no que diz respeito ao desenvolvimento de novos fármacos, principalmente por se tratar de uma doença que afeta sobretudo as populações mais pobres dos países subdesenvolvidos. A maioria dos fármacos usados no combate a esta doença tem elevada toxicidade e obriga à hospitalização do doente. Além disso, existe uma grande resistência parasitária às moléculas utilizadas. A necessidade urgente de novos fármacos levou à procura de novas estratégias de combate à leishmaniose, com especial incidência na procura de novos alvos terapêuticos. Um importante e potencial alvo são as DNA topoisomerases do parasita, enzimas ubíquas na natureza e cruciais para a sua sobrevivência. O facto de serem enzimas vitais para o parasita e de terem sido encontradas diferenças entre estas enzimas e as suas homólogas nos mamíferos, faz delas um excelente alvo para o desenvolvimento de novos fármacos.
Autores principais:Garcia, Ana Claúdia Francisco
Assunto:Leishmania Leishmaniose Terapia DNA topoisomerases
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Coimbra
Idioma:português
Origem:Estudo Geral - Universidade de Coimbra
Descrição
Resumo:Leishmania sp. constitui um grupo de parasitas protozoários que são transmitidos entre hospedeiros mamíferos, incluindo o Homem, pela fêmea de flebótomos hematófagos. Este parasita provoca leishmaniose, um conjunto de manifestações clínicas que variam relativamente ao órgão afetado e à gravidade. A leishmaniose é uma das infeções tropicais mais negligenciada no que diz respeito ao desenvolvimento de novos fármacos, principalmente por se tratar de uma doença que afeta sobretudo as populações mais pobres dos países subdesenvolvidos. A maioria dos fármacos usados no combate a esta doença tem elevada toxicidade e obriga à hospitalização do doente. Além disso, existe uma grande resistência parasitária às moléculas utilizadas. A necessidade urgente de novos fármacos levou à procura de novas estratégias de combate à leishmaniose, com especial incidência na procura de novos alvos terapêuticos. Um importante e potencial alvo são as DNA topoisomerases do parasita, enzimas ubíquas na natureza e cruciais para a sua sobrevivência. O facto de serem enzimas vitais para o parasita e de terem sido encontradas diferenças entre estas enzimas e as suas homólogas nos mamíferos, faz delas um excelente alvo para o desenvolvimento de novos fármacos.