Publicação
Evolução da Epidemia de Língua Azul na Europa
| Resumo: | A febre catarral ovina é uma doença viral transmitida por vetores, que afeta principalmente os ungulados não africanos. O agente patogénico é um vírus do qual estão atualmente identificados 28 serótipos distintos, com graus variados de patogenicidade. Desde a primeira grande epidemia registada na Europa em 1998, a doença tem-se disseminado progressivamente pelo continente, com reaparecimentos recentes que confirmam a sua persistência e evolução. O contexto atual foi marcado por uma nova vaga epidémica, causada pelo serótipo 3, cujo reaparecimento em vários países europeus tem gerado preocupação crescente. A doença afeta sobretudo os ovinos, onde provoca sinais clínicos significativos, embora esteja também a afetar os bovinos, onde os problemas reprodutivos e obstétricos estão a causar grandes perdas económicas. O diagnóstico realiza-se com combinação da observação clínica e métodos laboratoriais. Face à ausência de tratamento curativo, o controlo sintomático é a principal abordagem terapêutica. O controlo da doença depende de uma estratégia integrada, que inclui a vacinação e a cooperação entre Estados-Membros, com medidas como a notificação obrigatória dos surtos e restrições sanitárias à circulação animal. O impacto desta nova epidemia e os desafios associados ao seu controlo serão aprofundados ao longo da dissertação. A febre catarral ovina continua a representar uma ameaça crescente à saúde animal na Europa. A sua gestão exige vigilância constante, estratégias de vacinação adaptadas e uma forte coordenação internacional. |
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| Autores principais: | Balas, Sophie Mathilde Camille |
| Assunto: | Febre catarral ovina Língua azul Ruminantes Vírus Doença vetorial Culicoides Vacinação Ovine catarrhal fever Bluetongue Ruminants Virus Vector-borne disease Vaccination |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Escola Universitária Vasco da Gama |
| Idioma: | português |
| Origem: | Escola Universitária Vasco da Gama |
| Resumo: | A febre catarral ovina é uma doença viral transmitida por vetores, que afeta principalmente os ungulados não africanos. O agente patogénico é um vírus do qual estão atualmente identificados 28 serótipos distintos, com graus variados de patogenicidade. Desde a primeira grande epidemia registada na Europa em 1998, a doença tem-se disseminado progressivamente pelo continente, com reaparecimentos recentes que confirmam a sua persistência e evolução. O contexto atual foi marcado por uma nova vaga epidémica, causada pelo serótipo 3, cujo reaparecimento em vários países europeus tem gerado preocupação crescente. A doença afeta sobretudo os ovinos, onde provoca sinais clínicos significativos, embora esteja também a afetar os bovinos, onde os problemas reprodutivos e obstétricos estão a causar grandes perdas económicas. O diagnóstico realiza-se com combinação da observação clínica e métodos laboratoriais. Face à ausência de tratamento curativo, o controlo sintomático é a principal abordagem terapêutica. O controlo da doença depende de uma estratégia integrada, que inclui a vacinação e a cooperação entre Estados-Membros, com medidas como a notificação obrigatória dos surtos e restrições sanitárias à circulação animal. O impacto desta nova epidemia e os desafios associados ao seu controlo serão aprofundados ao longo da dissertação. A febre catarral ovina continua a representar uma ameaça crescente à saúde animal na Europa. A sua gestão exige vigilância constante, estratégias de vacinação adaptadas e uma forte coordenação internacional. |
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