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Arte urbana vs. publicidade: marcas com arte, será que a arte urbana agregada às marcas provoca maior intenção comportamental?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A arte e a publicidade, muitas vezes consideradas como estando em pólos opostos, têm vindo a complementar-se. Embora nascida de uma atitude de transgressão e ilegalidade, a arte urbana começa cada vez mais a chamar a atenção em Portugal e no mundo. As marcas começam a reconhecer as qualidades desta e a utilizá-la como suporte para se destacarem, utilizando-a em diversas estratégias de comunicação e marketing, como forma de chamar a atenção do consumidor e ajudar a estabelecer ligações mais fortes entre marca e consumidor. Num mundo saturado de anúncios, as empresas chamam a atenção com a arte urbana incluindo nela a identidade, valores e objetivos da marca vindo assim a beneficiar das qualidades desta. É neste contexto que se inseriu o presente estudo que, parte da questão “Será que a arte urbana agregada às marcas provoca maior intenção comportamental?” De forma a responder a esta questão, foi investigada a contribuição dos constructos da Teoria do Comportamento Planeado, nomeadamente, as atitudes, as normas subjetivas e a perceção de controlo comportamental de forma a compreender a intenção comportamental dos consumidores perante a utilização da arte urbana em estratégias de comunicação. O presente trabalho é apoiado num estudo de caso quase-experimental, operacionalizado através de um plano fatorial 2x1, post hoc, com uma distribuição aleatória por conveniência, através da aplicação de um questionário realizado a sessenta indivíduos. Os dados obtidos e os resultados alcançados na presente revelaram que as variáveis atitude, norma subjetiva, perceção do controlo percebido, intenção comportamental e comportamento tem uma maior avaliação e influência no Grupo Experimental - inquiridos expostos ao estímulo da arte urbana - do que no Grupo de Controle - inquiridos não expostos a esse estímulo, - o que resulta numa melhor percepção pelas marcas quando estas utilizam arte urbana.
Autores principais:Barbosa, Carlota Leal Brandão
Assunto:Arte Urbana Estratégia de Comunicação Marcas Publicidade Espaço Público Teoria do Comportamento Planeado Intenção Comportamental
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário
Idioma:português
Origem:Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário
Descrição
Resumo:A arte e a publicidade, muitas vezes consideradas como estando em pólos opostos, têm vindo a complementar-se. Embora nascida de uma atitude de transgressão e ilegalidade, a arte urbana começa cada vez mais a chamar a atenção em Portugal e no mundo. As marcas começam a reconhecer as qualidades desta e a utilizá-la como suporte para se destacarem, utilizando-a em diversas estratégias de comunicação e marketing, como forma de chamar a atenção do consumidor e ajudar a estabelecer ligações mais fortes entre marca e consumidor. Num mundo saturado de anúncios, as empresas chamam a atenção com a arte urbana incluindo nela a identidade, valores e objetivos da marca vindo assim a beneficiar das qualidades desta. É neste contexto que se inseriu o presente estudo que, parte da questão “Será que a arte urbana agregada às marcas provoca maior intenção comportamental?” De forma a responder a esta questão, foi investigada a contribuição dos constructos da Teoria do Comportamento Planeado, nomeadamente, as atitudes, as normas subjetivas e a perceção de controlo comportamental de forma a compreender a intenção comportamental dos consumidores perante a utilização da arte urbana em estratégias de comunicação. O presente trabalho é apoiado num estudo de caso quase-experimental, operacionalizado através de um plano fatorial 2x1, post hoc, com uma distribuição aleatória por conveniência, através da aplicação de um questionário realizado a sessenta indivíduos. Os dados obtidos e os resultados alcançados na presente revelaram que as variáveis atitude, norma subjetiva, perceção do controlo percebido, intenção comportamental e comportamento tem uma maior avaliação e influência no Grupo Experimental - inquiridos expostos ao estímulo da arte urbana - do que no Grupo de Controle - inquiridos não expostos a esse estímulo, - o que resulta numa melhor percepção pelas marcas quando estas utilizam arte urbana.