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Poder social e cultural do design visual

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objectivo principal deste projecto passa por entender o poder representativo da linguagem visual, das suas técnicas, meios e processos, colocando o designer como alguém que tem um papel fulcral na produção da cultura visual contemporânea. Entendido, hoje em dia, mais como um pensador visual do que como um gráfico, o designer tem a capacidade técnica e mental para modelar mensagens de forma a criar uma tensão positiva entre o conteúdo e o seu observador, acelerando a sua compreensão e projectando o seu envolvimento. Uma vez interiorizada esta ideia é altura de colocar estas capacidades ao serviço do bem colectivo. Neste sentido, é criado o projecto Aqui no Bairro, que pretende explorar visualmente zonas, territórios ou bairros com uma conotação negativa. A ideia é activar as consciências destas comunidades e dotá-las com as valências visuais que necessitam para passarem uma mensagem positiva do local onde vivem.
Autores principais:Lourenço, Pedro
Assunto:Cultura visual Design social Sedução Design visual Bairro
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário
Idioma:português
Origem:Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário
Descrição
Resumo:O objectivo principal deste projecto passa por entender o poder representativo da linguagem visual, das suas técnicas, meios e processos, colocando o designer como alguém que tem um papel fulcral na produção da cultura visual contemporânea. Entendido, hoje em dia, mais como um pensador visual do que como um gráfico, o designer tem a capacidade técnica e mental para modelar mensagens de forma a criar uma tensão positiva entre o conteúdo e o seu observador, acelerando a sua compreensão e projectando o seu envolvimento. Uma vez interiorizada esta ideia é altura de colocar estas capacidades ao serviço do bem colectivo. Neste sentido, é criado o projecto Aqui no Bairro, que pretende explorar visualmente zonas, territórios ou bairros com uma conotação negativa. A ideia é activar as consciências destas comunidades e dotá-las com as valências visuais que necessitam para passarem uma mensagem positiva do local onde vivem.