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QR code: tendência de evolução comercial no ponto-de-venda físico de retalho

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Numa era em que o mundo online está cada vez mais inserido no quotidiano de qualquer pessoa, apercebemo-nos que o contacto com empresas físicas está em declínio (Araújo, 2015). Segundo um estudo, apurado pela E-commerce Europe2, estima-se que o comércio através da internet (e-commerce) tenha atingindo os 3,5 mil milhões de euros em 2015, registando um crescimento anual de 8%, em Portugal. Assim, dado este crescimento neste género de consumo, muitas empresas e clientes questionam-se se a loja física não estará a perder importância (Besouchet, 2015). Neste contexto, ainda que as vantagens das compras online sejam inegáveis (facilidade de comparação de preços, conforto e conveniência de entrega de mercadoria) para Besouchet (2015) nada supera a experiência de compra no ponto-de-venda físico. Este ponto-de-venda, oferece outras sensações e sentimentos, ligados aos cinco sentidos, (Blessa, 2010) que o consumo através da internet não permite tais como: sentir o toque do tecido, visualização da cor com exatidão, perceção olfática, entre outras… (Besouchet, 2015). Deste modo, esta dissertação assume o objetivo de repor a atenção dada às lojas físicas de outrora, tirando partido da tecnologia e do entretenimento lúdico. O meio tecnológico explorado foi o QR Code, uma área sobre a qual, ainda não existe muita investigação produzida, tornando-o, por conseguinte, particularmente pertinente, numa dimensão de estudo propícia para o consumo.
Autores principais:Freitas, Andreia Patrícia Roseiro Rodrigues Pereira de
Assunto:Design de produto Consumidor Retalho Comércio eletrónico Loja física Loja online QR Code Projeto de mestrado
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário
Idioma:português
Origem:Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário
Descrição
Resumo:Numa era em que o mundo online está cada vez mais inserido no quotidiano de qualquer pessoa, apercebemo-nos que o contacto com empresas físicas está em declínio (Araújo, 2015). Segundo um estudo, apurado pela E-commerce Europe2, estima-se que o comércio através da internet (e-commerce) tenha atingindo os 3,5 mil milhões de euros em 2015, registando um crescimento anual de 8%, em Portugal. Assim, dado este crescimento neste género de consumo, muitas empresas e clientes questionam-se se a loja física não estará a perder importância (Besouchet, 2015). Neste contexto, ainda que as vantagens das compras online sejam inegáveis (facilidade de comparação de preços, conforto e conveniência de entrega de mercadoria) para Besouchet (2015) nada supera a experiência de compra no ponto-de-venda físico. Este ponto-de-venda, oferece outras sensações e sentimentos, ligados aos cinco sentidos, (Blessa, 2010) que o consumo através da internet não permite tais como: sentir o toque do tecido, visualização da cor com exatidão, perceção olfática, entre outras… (Besouchet, 2015). Deste modo, esta dissertação assume o objetivo de repor a atenção dada às lojas físicas de outrora, tirando partido da tecnologia e do entretenimento lúdico. O meio tecnológico explorado foi o QR Code, uma área sobre a qual, ainda não existe muita investigação produzida, tornando-o, por conseguinte, particularmente pertinente, numa dimensão de estudo propícia para o consumo.