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Os espiões no Eixo Lisboa-Estoril-Cascais durante a Segunda Guerra Mundial – Storytelling como base de um projecto conceptual de produto de turismo digital e tradicional

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Summary:O presente projecto tem como objectivo criar um produto turístico inovador tendo por base a história e as estórias bem como o património edificado do território Lisboa–Estoril–Cascais, inspirado no papel que Portugal desempenhou com contexto da espionagem ao longo do período da Segunda Guerra Mundial. A proposta centra-se na criação de produto um turístico de vertente digital e paralelamente de vertente tradicional. Este está alicerçado na utilização do Storytelling e consequentemente no Storydoing enquanto ferramentas de comunicação e diferenciação pela construção de narrativas. O produto é composto pelo formato digital – (Turismo Digital) permitindo ser usufruído desde logo pelo “Viajante” de qualquer parte do mundo, no seu ponto de origem, sendo denominado “Land of Spies” (nome e marca) e onde este, toma contacto “virtual” com o destino, o território, o edificado, a história de acontecimentos e personagens, e as estórias sucedâneas desses acontecimentos no período 1939-1945 – WWII. É também um produto de Turismo Tradicional, onde o incoming ao território se torna efectivo, e que assume o nome e marca “SpySpotter”. Nesta vertente, o Viajante outrora Digital, agora já Turista e no território, pode percorrer uma “rota” ou “itinerário” dos locais, conhecer os espaços físicos onde a acção aconteceu e os personagens históricos. Paralelamente usufruir de todas as componentes sensoriais dos territórios como a luz e a cor, cheiros, paladares e sabores, onde se incluem a gastronomia e vinhos, e mesmo o tacto, tudo isto ao longo da sua estadia. Todos os locais a visitar estarão identificados e terão elementos estéticos de comunicação pensados para serem instagramaveis, directamente ligados aos acontecimentos históricos passados, desenvolvendo narrativas imersivas, participativas e experienciáveis, pois, o turista agora estando no destino é um Spyspotter em busca do mundo dos espiões, isto combinando a vertente digital e a física. O projecto demonstra o potencial da integração entre o turismo cultural, o turismo de memória, o turismo enogastronómico e a inovação digital na valorização cultural e na promoção e incoming dos destinos. Assim, este produto turístico diferenciador é uma articulação entre narrativas históricas, tecnologias digitais e experiências memoráveis no território. Simultaneamente reforçam a atractividade e visibilidade do destino, com impacto cultural, educativo e promocional de comunicação através dos variados meios pessoais de social de media dos turistas pela sua instagramabilidade, transformando a herança da espionagem em Portugal num recurso turístico distintivo. Pode ainda num futuro abrir novas ofertas como será o caso do Porto e as redes de espionagem também aí existentes, e mesmo novos destinos turísticos em territórios de baixa densidade como o interior Norte e Centro e o Alentejo, com as minas do Volfrâmio ou as rotas de fuga e evasão da europa ocupada conduzidas pelo SOE – Special Operations Executive, e o, MI9 – Military Intelligence, Section 9.
Main Authors:Ameixa, Marco António Amaral
Subject:Storytelling Turismo Digital Turismo Tradicional Turismo Cultural e de Memória Promoção Turística Rotas Turísticas
Year:2025
Country:Portugal
Document type:master thesis
Access type:open access
Associated institution:Instituto Politécnico de Leiria
Language:Portuguese
Origin:IC-online
Description
Summary:O presente projecto tem como objectivo criar um produto turístico inovador tendo por base a história e as estórias bem como o património edificado do território Lisboa–Estoril–Cascais, inspirado no papel que Portugal desempenhou com contexto da espionagem ao longo do período da Segunda Guerra Mundial. A proposta centra-se na criação de produto um turístico de vertente digital e paralelamente de vertente tradicional. Este está alicerçado na utilização do Storytelling e consequentemente no Storydoing enquanto ferramentas de comunicação e diferenciação pela construção de narrativas. O produto é composto pelo formato digital – (Turismo Digital) permitindo ser usufruído desde logo pelo “Viajante” de qualquer parte do mundo, no seu ponto de origem, sendo denominado “Land of Spies” (nome e marca) e onde este, toma contacto “virtual” com o destino, o território, o edificado, a história de acontecimentos e personagens, e as estórias sucedâneas desses acontecimentos no período 1939-1945 – WWII. É também um produto de Turismo Tradicional, onde o incoming ao território se torna efectivo, e que assume o nome e marca “SpySpotter”. Nesta vertente, o Viajante outrora Digital, agora já Turista e no território, pode percorrer uma “rota” ou “itinerário” dos locais, conhecer os espaços físicos onde a acção aconteceu e os personagens históricos. Paralelamente usufruir de todas as componentes sensoriais dos territórios como a luz e a cor, cheiros, paladares e sabores, onde se incluem a gastronomia e vinhos, e mesmo o tacto, tudo isto ao longo da sua estadia. Todos os locais a visitar estarão identificados e terão elementos estéticos de comunicação pensados para serem instagramaveis, directamente ligados aos acontecimentos históricos passados, desenvolvendo narrativas imersivas, participativas e experienciáveis, pois, o turista agora estando no destino é um Spyspotter em busca do mundo dos espiões, isto combinando a vertente digital e a física. O projecto demonstra o potencial da integração entre o turismo cultural, o turismo de memória, o turismo enogastronómico e a inovação digital na valorização cultural e na promoção e incoming dos destinos. Assim, este produto turístico diferenciador é uma articulação entre narrativas históricas, tecnologias digitais e experiências memoráveis no território. Simultaneamente reforçam a atractividade e visibilidade do destino, com impacto cultural, educativo e promocional de comunicação através dos variados meios pessoais de social de media dos turistas pela sua instagramabilidade, transformando a herança da espionagem em Portugal num recurso turístico distintivo. Pode ainda num futuro abrir novas ofertas como será o caso do Porto e as redes de espionagem também aí existentes, e mesmo novos destinos turísticos em territórios de baixa densidade como o interior Norte e Centro e o Alentejo, com as minas do Volfrâmio ou as rotas de fuga e evasão da europa ocupada conduzidas pelo SOE – Special Operations Executive, e o, MI9 – Military Intelligence, Section 9.