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Relações de controle e autonomia entre multinacionais e subsidiárias: um estudo de caso de multinacional norte-americana em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A gestão de empresas multinacionais (EMNs) é complexa pela dispersão das subsidiárias em diferentes localizações e a necessidade de organizar as melhores soluções de controle, coordenação e autonomia de cada subsidiária de modo a alavancar a sua contribuição para a EMN. Neste artigo, com base no estudo de caso de uma EMN norte-americana com subsidiária fabril em Portugal, analisamos as relações de controle e autonomia entre a sede a subsidiária portuguesa. O estudo permite identificar as principais razões que determinam a intensidade do controle exercido sobre a subsidiária. Concluímos que a centralização, a formalização de processos e a integração normativa são condições essenciais à manutenção da coordenação e cooperação entre a subsidiária e a sede. Mas, é o desempenho da subsidiária e o seu papel, nomeadamente como contributivo na rede de subsidiárias, que parece confinar as relações de controle autonomia.
Autores principais:Ferreira, Manuel Portugal
Outros Autores:Beltrão, Joana Sobral; Almeida, Martinho Ribeiro
Assunto:Multinacionais Subsidiárias Controle Autonomia
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Leiria
Idioma:português
Origem:IC-online
Descrição
Resumo:A gestão de empresas multinacionais (EMNs) é complexa pela dispersão das subsidiárias em diferentes localizações e a necessidade de organizar as melhores soluções de controle, coordenação e autonomia de cada subsidiária de modo a alavancar a sua contribuição para a EMN. Neste artigo, com base no estudo de caso de uma EMN norte-americana com subsidiária fabril em Portugal, analisamos as relações de controle e autonomia entre a sede a subsidiária portuguesa. O estudo permite identificar as principais razões que determinam a intensidade do controle exercido sobre a subsidiária. Concluímos que a centralização, a formalização de processos e a integração normativa são condições essenciais à manutenção da coordenação e cooperação entre a subsidiária e a sede. Mas, é o desempenho da subsidiária e o seu papel, nomeadamente como contributivo na rede de subsidiárias, que parece confinar as relações de controle autonomia.