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Grupos islamistas radicais

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Resumo:O que é o Inimigo? Apesar do facto de as organizações envolvidas no extremismo e na violência serem bem conhecidas, tal como as justificações ideológicas relativas às ações que realizam, muito menos entendida pela maioria dos observadores são os fundamentos individuais dos membros que as apoiam e executam. A suposição convencional comum assenta no argumento de que o comportamento extremista está enraizado em doutrinas derivadas do corpus islâmico e da sua suposta propensão para a violência. Esta análise procura demonstrar que uma explicação mais abrangente e satisfatória pode estar relacionada com fatores históricos, sociais e psicológicos e que, além disso, a atual onda de “terrorismo islâmico” difere pouco das ondas precedentes de violência extremista que enfrentaram e tentaram substituir o Estado.
Autores principais:Joffé, George
Outros Autores:Misra, Amalendu; Pires, Nuno Lemos; Fuente Cobo, Ignacio; Dias, Alexandra Magnólia; Pinto, Ana Santos; Reis, Bruno Cardoso
Assunto:Islamismo Fundamentalismo islâmico Extremismo Radicalismo Terrorismo Violência Não-violência Ideologias Estratégia Estado Islâmico Talibãs Al Qaeda Sahel (Deserto do Sara) Magrebe Médio Oriente Mali
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto da Defesa Nacional
Origem:Instituto da Defesa Nacional
Descrição
Resumo:O que é o Inimigo? Apesar do facto de as organizações envolvidas no extremismo e na violência serem bem conhecidas, tal como as justificações ideológicas relativas às ações que realizam, muito menos entendida pela maioria dos observadores são os fundamentos individuais dos membros que as apoiam e executam. A suposição convencional comum assenta no argumento de que o comportamento extremista está enraizado em doutrinas derivadas do corpus islâmico e da sua suposta propensão para a violência. Esta análise procura demonstrar que uma explicação mais abrangente e satisfatória pode estar relacionada com fatores históricos, sociais e psicológicos e que, além disso, a atual onda de “terrorismo islâmico” difere pouco das ondas precedentes de violência extremista que enfrentaram e tentaram substituir o Estado.