Publicação
A União Europeia na gestão de crises
| Resumo: | A UE tem vindo progressivamente a definir e a alargar os campos de aplicação dos seus esforços, em especial na gestão de crises fora do seu espaço. Esta evolução tem sido condicionada pelas grandes evoluções internacionais dos últimos vinte anos, como sejam o fim da Guerra Fria e as ilusões de uma Nova Ordem Mundial, a incapacidade da ONU e da UE face ao estilhaçar da ex‑Jugoslávia, os ataques do 11 de Setembro, ou as alterações do Sistema Internacional devidas às intervenções no Iraque e no Afeganistão. Os mecanismos adoptados pela UE na Política Europeia de Segu‑ rança e Defesa (PESD) têm sido consequência da adaptação da agenda de construção da paz, muito em voga nos finais do Século, aos novos desafios do Milénio, cujas preocupações se desenvolvem agora à volta da agenda da “Estabilização”. A UE prepara‑se assim para desempenhar um legítimo papel como actor global. |
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| Autores principais: | Saraiva, Luis |
| Assunto: | Segurança internacional Gestão de crises UE (a partir de 1993) |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto da Defesa Nacional |
| Idioma: | português |
| Origem: | Instituto da Defesa Nacional |
| Resumo: | A UE tem vindo progressivamente a definir e a alargar os campos de aplicação dos seus esforços, em especial na gestão de crises fora do seu espaço. Esta evolução tem sido condicionada pelas grandes evoluções internacionais dos últimos vinte anos, como sejam o fim da Guerra Fria e as ilusões de uma Nova Ordem Mundial, a incapacidade da ONU e da UE face ao estilhaçar da ex‑Jugoslávia, os ataques do 11 de Setembro, ou as alterações do Sistema Internacional devidas às intervenções no Iraque e no Afeganistão. Os mecanismos adoptados pela UE na Política Europeia de Segu‑ rança e Defesa (PESD) têm sido consequência da adaptação da agenda de construção da paz, muito em voga nos finais do Século, aos novos desafios do Milénio, cujas preocupações se desenvolvem agora à volta da agenda da “Estabilização”. A UE prepara‑se assim para desempenhar um legítimo papel como actor global. |
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