Publicação
Currículo e Decolonialidade:
| Resumo: | Entre os anos de 2019 e 2020, a SEDUC/AL (Secretaria de Educação de Alagoas) produziu o novo Referencial Curricular da Educação Básica de Alagoas da Rede Estadual, referenciado na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Este documento visa reestruturar todo o ensino médio através da introdução dos itinerários formativos. Dito isto, o presente artigo[1] visa apresentar as “fissuras” decoloniais existentes nesse documento, apontando possibilidades para a opção decololonial enquanto caminho para descolonizar o currículo. Para tanto, é fundamental que percorramos sobre os conceitos de colonialidade e decolonialidade, com o objetivo de identificar as “fissuras” decoloniais através da análise do referido documento. Trata-se de um trabalho com caráter qualitativo o qual combinou a leitura análitica ao relato de experiência enquanto partícipes do processo de elaboração do referencial. Este ensaio está estruturado em três partes: onde na primeira decorremos sobre os conceitos de colonialidade, decolonialide e desobediência epistêmica; na segunda, descrevemos a atual estrutura do novo Referencial Curricular de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas de Alagoas; e, na última, apresentamos o que consideramos como “fissuras” decoloniais presentes no novo documento. Concluímos apontanto que existe a possibilidade de utilização do pensamento fronteiço como instrumento para a desobediência epistêmica, vislumbrando romper com os epistemicídios. [1] Este ensaio apresenta-se como atividade final da disciplina “Epistemologias Decoloniais: Identidades, Saberes e Currículos”, ofertada pela primeira vez no Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade Federal de Alagoas. |
|---|---|
| Autores principais: | do Rego Ferreira, Vanessa |
| Outros Autores: | Cornélio Matos, Junot |
| Assunto: | Artigos |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém |
| Idioma: | português |
| Origem: | Interacções |
| Resumo: | Entre os anos de 2019 e 2020, a SEDUC/AL (Secretaria de Educação de Alagoas) produziu o novo Referencial Curricular da Educação Básica de Alagoas da Rede Estadual, referenciado na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Este documento visa reestruturar todo o ensino médio através da introdução dos itinerários formativos. Dito isto, o presente artigo[1] visa apresentar as “fissuras” decoloniais existentes nesse documento, apontando possibilidades para a opção decololonial enquanto caminho para descolonizar o currículo. Para tanto, é fundamental que percorramos sobre os conceitos de colonialidade e decolonialidade, com o objetivo de identificar as “fissuras” decoloniais através da análise do referido documento. Trata-se de um trabalho com caráter qualitativo o qual combinou a leitura análitica ao relato de experiência enquanto partícipes do processo de elaboração do referencial. Este ensaio está estruturado em três partes: onde na primeira decorremos sobre os conceitos de colonialidade, decolonialide e desobediência epistêmica; na segunda, descrevemos a atual estrutura do novo Referencial Curricular de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas de Alagoas; e, na última, apresentamos o que consideramos como “fissuras” decoloniais presentes no novo documento. Concluímos apontanto que existe a possibilidade de utilização do pensamento fronteiço como instrumento para a desobediência epistêmica, vislumbrando romper com os epistemicídios. [1] Este ensaio apresenta-se como atividade final da disciplina “Epistemologias Decoloniais: Identidades, Saberes e Currículos”, ofertada pela primeira vez no Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade Federal de Alagoas. |
|---|