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Avaliação das possibilidades oferecidas por antiquitinas na protecção contra a geração antófaga da traça da oliveira, Prays oleae (Bern.) em Trás-os-Montes.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A traça da oliveira, Prays oleae (Bern.), é uma praga-chave da oliveira nos países da Bacia Mediterrânea, causando prejuízos que representam entre 30% e 40% do total devido aos insectos. Tal como no caso de outras pragas, a protecção contra P.oleae assenta fundamentalmente no emprego de pesticidas químicos contra a fase larvar. Contudo, a verificação dos inconvenientes da luta química confere interesse crescente ao desenvolvimento de meios de luta alternativos, entre os quais se incluem os inibidores da biossíntese da quitina. É neste contexto que se enquadra o presente estudo, com o qual se pretendeu contribuir para avaliar as possibilidades oferecidas por estes produtos na protecção contra a geração antófaga do insecto, em Trás-os-Montes.
Autores principais:Bento, Albino
Outros Autores:Torres, L.; Pereira, J.A.; Lopes, João
Ano:2000
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A traça da oliveira, Prays oleae (Bern.), é uma praga-chave da oliveira nos países da Bacia Mediterrânea, causando prejuízos que representam entre 30% e 40% do total devido aos insectos. Tal como no caso de outras pragas, a protecção contra P.oleae assenta fundamentalmente no emprego de pesticidas químicos contra a fase larvar. Contudo, a verificação dos inconvenientes da luta química confere interesse crescente ao desenvolvimento de meios de luta alternativos, entre os quais se incluem os inibidores da biossíntese da quitina. É neste contexto que se enquadra o presente estudo, com o qual se pretendeu contribuir para avaliar as possibilidades oferecidas por estes produtos na protecção contra a geração antófaga do insecto, em Trás-os-Montes.