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Padrões alimentares e desportivos: a influência na autoimagem e na perceção da saúde

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O comportamento alimentar e desportivo ocupa atualmente um papel central em saúde. O ingresso no ensino superior, a par das múltiplas mudanças operadas no início da idade adulta, fundamenta a necessidade de intervenções específicas devido a novos e complexos desafios. Importa, portanto, a este nível, identificar determinantes de saúde e perfis de risco em estudantes do ensino superior e verificar em que medida sofreram alterações neste novo contexto. Estudo correlacional numa amostra estratificada proporcional por curso e por escola que integra 272 alunos do sexo masculino (40,5%) e 400 alunos do sexo feminino (59,5%), totalizando 672. Em termos de resultados, 98% dos inquiridos ingerem diariamente as duas principais refeições do dia: o almoço e o jantar; mais de metade (60%) tomam o pequeno-almoço; 36,8% ingerem, em média, quatro refeições diárias e 8,3% e 0,3% fazem, apenas, duas e uma refeição diária. 53,3% não praticam desporto. Mais de metade dos jovens (52,2%) alteraram os hábitos alimentares após o ingresso no ensino superior. Também, cerca de metade afirmam não praticar desporto e a redução da prática desportiva foi muito significativa (86,6%). A grande maioria (77,5%) afirma que gostaria de melhorar a forma física e 54,8% a aparência física. Os alunos mais satisfeitos em todos os fatores da escala de satisfação com o suporte social (ESSS) estão mais satisfeitos com a sua imagem corporal. Também, a maior satisfação em todos os fatores do inventário do autoconceito (AC) se correlaciona positivamente com a autopercepção da saúde boa ou muito boa. Conhecer os riscos e implementar condutas saudáveis constituir-se-á, neste contexto e, nesta faixa etária, uma prioridade de ação.
Autores principais:Pimentel, Maria Helena
Outros Autores:Monteiro, Carlos Manuel C.
Assunto:Hábitos alimentares e desportivos Ensino Superior Autoimagem Perceção do estado de saúde
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O comportamento alimentar e desportivo ocupa atualmente um papel central em saúde. O ingresso no ensino superior, a par das múltiplas mudanças operadas no início da idade adulta, fundamenta a necessidade de intervenções específicas devido a novos e complexos desafios. Importa, portanto, a este nível, identificar determinantes de saúde e perfis de risco em estudantes do ensino superior e verificar em que medida sofreram alterações neste novo contexto. Estudo correlacional numa amostra estratificada proporcional por curso e por escola que integra 272 alunos do sexo masculino (40,5%) e 400 alunos do sexo feminino (59,5%), totalizando 672. Em termos de resultados, 98% dos inquiridos ingerem diariamente as duas principais refeições do dia: o almoço e o jantar; mais de metade (60%) tomam o pequeno-almoço; 36,8% ingerem, em média, quatro refeições diárias e 8,3% e 0,3% fazem, apenas, duas e uma refeição diária. 53,3% não praticam desporto. Mais de metade dos jovens (52,2%) alteraram os hábitos alimentares após o ingresso no ensino superior. Também, cerca de metade afirmam não praticar desporto e a redução da prática desportiva foi muito significativa (86,6%). A grande maioria (77,5%) afirma que gostaria de melhorar a forma física e 54,8% a aparência física. Os alunos mais satisfeitos em todos os fatores da escala de satisfação com o suporte social (ESSS) estão mais satisfeitos com a sua imagem corporal. Também, a maior satisfação em todos os fatores do inventário do autoconceito (AC) se correlaciona positivamente com a autopercepção da saúde boa ou muito boa. Conhecer os riscos e implementar condutas saudáveis constituir-se-á, neste contexto e, nesta faixa etária, uma prioridade de ação.