Publicação
O pastoreio em áreas de carvalhal. Um ensaio na Serra de Nogueira
| Resumo: | O presente trabalho visa o estudo da utilização das áreas de carvalhal para o pastoreio. Sendo o fogo tradicionalmente usado pelos pastores da região c sendo o gado ovino o mais abundante, os ensaios efectuados procuraram criar situações que pudessem ser mais facilmente assimiladas e reproduzidas em larga escala, pelo que a combinação fogo controlado de Inverno- pastoreio com ovinos foi seleccionada. Os ensaios decorreram na Serra da Nogueira, num povoamento de Quercus pyrenaica em cujo sub-bosque dominavam a sua própria regeneração natural , a giesta (Cytisus scoparius) e gramíneas (Agrostis curtisii, etc.) tendo consistido num pastoreio de duas áreas, uma testemunha e outra submetida a fogos controlados. A disponiblidade de alimento num sub-bosque típico de carvalhal não é negligenciável (3.59 ton. M.S./ha), por outro lado na zona regularmente tratada com fogo controlado a disponibilidade total de alimento foi menor (2.89 ton. M.S./ha), mas a percentagem de folhas de carvalho desceu para cerca de 40% enquanto que as gramíneas c as folhas de outras arbustivas aumentaram significativamente. Estes dois tipos de alimentos, juntamente com as folhas e raminhos de giesta, apresentarem os maiores índices de preferência, poderemos concluir pelo interesse da utilização do fogo controlado na gestão dos carvalhais com o objectivo do pastoreio por ovinos. |
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| Autores principais: | Rego, Francisco |
| Outros Autores: | Guerra, Teresa Pimenta; Torres, Filipa; Teixeira, Alfredo |
| Ano: | 1990 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O presente trabalho visa o estudo da utilização das áreas de carvalhal para o pastoreio. Sendo o fogo tradicionalmente usado pelos pastores da região c sendo o gado ovino o mais abundante, os ensaios efectuados procuraram criar situações que pudessem ser mais facilmente assimiladas e reproduzidas em larga escala, pelo que a combinação fogo controlado de Inverno- pastoreio com ovinos foi seleccionada. Os ensaios decorreram na Serra da Nogueira, num povoamento de Quercus pyrenaica em cujo sub-bosque dominavam a sua própria regeneração natural , a giesta (Cytisus scoparius) e gramíneas (Agrostis curtisii, etc.) tendo consistido num pastoreio de duas áreas, uma testemunha e outra submetida a fogos controlados. A disponiblidade de alimento num sub-bosque típico de carvalhal não é negligenciável (3.59 ton. M.S./ha), por outro lado na zona regularmente tratada com fogo controlado a disponibilidade total de alimento foi menor (2.89 ton. M.S./ha), mas a percentagem de folhas de carvalho desceu para cerca de 40% enquanto que as gramíneas c as folhas de outras arbustivas aumentaram significativamente. Estes dois tipos de alimentos, juntamente com as folhas e raminhos de giesta, apresentarem os maiores índices de preferência, poderemos concluir pelo interesse da utilização do fogo controlado na gestão dos carvalhais com o objectivo do pastoreio por ovinos. |
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