Publicação
Caracterização de focos de mortalidade de escolitídeos (Coleoptera: Scolitydae) em povoamentos de pinheiro bravo (Pinus pinaster Ait.) do perímetro florestal da Serra da Meia Via e Marão (Amarante)
| Resumo: | O ataque de escolitídeos está frequentemente associado a árvores que sofrem de algum tipo de desequilibro fisiológico causado por factores climáticos, factores de perturbação factores do povoamento e/ou factores da estação (Pinto 1996). O conhecimento dos factores que mais consistentemente estão associados ao ataque de escolitídeos permite a adopção de medidas preventivas. Na presença de focos de mortalidade é necessário adoptar meios de luta que reduzam a intensidade de ataque. Numerosos meios de luta têm sido estudados e utilizados para diminuir as populações de escolitídeos (Pinto 1996). Os meios de luta biotécnica, biológica e química actuam fundamentalmente sobre as populações de escolitídeos. Os meios de luta cultural, por sua vez, actuam quer sobre o insecto (ex: árvores armadilha) quer sobre o insecto e seu alimento (árvore) (ex: técnica de corte e deixe, técnica de salvamento). A técnica de salvamento (meio de luta cultural) tem sido preconizada no combate a infestações de pequena e média dimensão de D. frontalis (Billings 1980). Esta técnica consiste no corte de todas as árvores mortas, ou com sintomatologia de ataque, e de uma faixa de árvores sãs à volta da frente activa do foco de mortalidade. Segundo Billings (1980) a largura da faixa de árvores sãs (faixa tampão) deve ser proporcional ao tamanho da infestação variando entre 3 e 30 metros. |
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| Autores principais: | Gazo, Joaquin |
| Outros Autores: | Pinto, M. Alice; Castro, João Paulo; Corte-Real, Luís |
| Assunto: | Escolitídeos Pinheiro Bravo |
| Ano: | 2005 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | póster em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O ataque de escolitídeos está frequentemente associado a árvores que sofrem de algum tipo de desequilibro fisiológico causado por factores climáticos, factores de perturbação factores do povoamento e/ou factores da estação (Pinto 1996). O conhecimento dos factores que mais consistentemente estão associados ao ataque de escolitídeos permite a adopção de medidas preventivas. Na presença de focos de mortalidade é necessário adoptar meios de luta que reduzam a intensidade de ataque. Numerosos meios de luta têm sido estudados e utilizados para diminuir as populações de escolitídeos (Pinto 1996). Os meios de luta biotécnica, biológica e química actuam fundamentalmente sobre as populações de escolitídeos. Os meios de luta cultural, por sua vez, actuam quer sobre o insecto (ex: árvores armadilha) quer sobre o insecto e seu alimento (árvore) (ex: técnica de corte e deixe, técnica de salvamento). A técnica de salvamento (meio de luta cultural) tem sido preconizada no combate a infestações de pequena e média dimensão de D. frontalis (Billings 1980). Esta técnica consiste no corte de todas as árvores mortas, ou com sintomatologia de ataque, e de uma faixa de árvores sãs à volta da frente activa do foco de mortalidade. Segundo Billings (1980) a largura da faixa de árvores sãs (faixa tampão) deve ser proporcional ao tamanho da infestação variando entre 3 e 30 metros. |
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