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Avaliação funcional de pacientes hemodialisados com insuficiência renal crónica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A insuficiência renal crónica (IRC) caracteriza-se pela perda da capacidade do rim em eliminar substâncias tóxicas, concentrar urina e conservar electrólitos, com consequente alteração das restantes funções renais (Basile, 2008). A perda grave da função renal é uma ameaça de primeira ordem para a vida e requer a remoção dos resíduos tóxicos que não podem ser depurados com suficiente eficácia por outros sistemas orgânicos, assim como a restauração do adequado volume e composição dos líquidos corporais – diálise. Se a perda da função renal é irreversível restam duas opções: transplante renal ou diálise crónica (que na ausência de transplante renal, é inevitável para manutenção da vida).Desde 1977, com o estudo pioneiro de Jette et al. que está bem documentado que os pacientes renais crónicos, submetidos a hemodiálise, estão limitados na sua capacidade física global entre 60 e 70% do esperado para a sua idade, quando comparados com indivíduos saudáveis (Johansen, 1999), sendo que a maior parte dos pacientes com IRC são sedentários (Painter et al., 2000; Johansen et al., 2000; O’Hare et al., 2003).
Autores principais:Novo, André
Outros Autores:Travassos, Francisco; Teixeira, Fernanda de Souza; Múrua, Aldo; Azevedo, José; Paz Fernández, José António de
Assunto:Hemodiálise Capacidade funcional Insuficiência renal crónica
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:póster em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A insuficiência renal crónica (IRC) caracteriza-se pela perda da capacidade do rim em eliminar substâncias tóxicas, concentrar urina e conservar electrólitos, com consequente alteração das restantes funções renais (Basile, 2008). A perda grave da função renal é uma ameaça de primeira ordem para a vida e requer a remoção dos resíduos tóxicos que não podem ser depurados com suficiente eficácia por outros sistemas orgânicos, assim como a restauração do adequado volume e composição dos líquidos corporais – diálise. Se a perda da função renal é irreversível restam duas opções: transplante renal ou diálise crónica (que na ausência de transplante renal, é inevitável para manutenção da vida).Desde 1977, com o estudo pioneiro de Jette et al. que está bem documentado que os pacientes renais crónicos, submetidos a hemodiálise, estão limitados na sua capacidade física global entre 60 e 70% do esperado para a sua idade, quando comparados com indivíduos saudáveis (Johansen, 1999), sendo que a maior parte dos pacientes com IRC são sedentários (Painter et al., 2000; Johansen et al., 2000; O’Hare et al., 2003).