Publicação
Fotografias aéreas de 35,70 mm ou digitais na monitorização da doença da tinta do castanheiro
| Resumo: | A monitorização da dispersão da doença da tinta do castanheiro (Castanea sativa), requer metodologias de avaliação de baixo custo. A Fotografia Aérea de Pequeno Formato (FAPF) é uma possibilidade válida por facilmente se poder escolher a melhor escala e sensibilidade das películas. Neste estudo utilizaram-se vários subsistemas de FAPF. Adaptaram-se as câmaras numa plataforma retráctil e ao avião Cessna 172, obtendo-se FAPF à mesma altitude no sistema digital, em películas policromadas (70 mm) e em infravermelho colorido (IVP) de 35 mm de povoamentos do Norte de Portugal. As imagens aéreas foram comparadas relativamente à descriminação de classes de estrago de castanheiros observados no campo. Os custos do equipamento, obtenção de imagens e de fotointerpretação, foram também determinados. Concluiu-se que as imagens policromadas podem ser usadas na avaliação dos estragos mas nas de IVP detecta-se melhor o início do declínio, sobretudo se sujeitas a algoritmos de processamento digital. As fotos de 70 mm superam as restantes pela maior área de terreno para o mesmo tamanho do pixel. Tendo custo inicial mais elevado este é rentabilizado a longo prazo, pelo menor custo na fotointerpretação e melhor estabilidade dos voos maior altitude. |
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| Autores principais: | Martins, Luís |
| Outros Autores: | Castro, João Paulo; Macedo, Fernando |
| Assunto: | Castanea sativa Películas fotográficas Phytophthora cinnamomi Detecção remota |
| Ano: | 2006 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | A monitorização da dispersão da doença da tinta do castanheiro (Castanea sativa), requer metodologias de avaliação de baixo custo. A Fotografia Aérea de Pequeno Formato (FAPF) é uma possibilidade válida por facilmente se poder escolher a melhor escala e sensibilidade das películas. Neste estudo utilizaram-se vários subsistemas de FAPF. Adaptaram-se as câmaras numa plataforma retráctil e ao avião Cessna 172, obtendo-se FAPF à mesma altitude no sistema digital, em películas policromadas (70 mm) e em infravermelho colorido (IVP) de 35 mm de povoamentos do Norte de Portugal. As imagens aéreas foram comparadas relativamente à descriminação de classes de estrago de castanheiros observados no campo. Os custos do equipamento, obtenção de imagens e de fotointerpretação, foram também determinados. Concluiu-se que as imagens policromadas podem ser usadas na avaliação dos estragos mas nas de IVP detecta-se melhor o início do declínio, sobretudo se sujeitas a algoritmos de processamento digital. As fotos de 70 mm superam as restantes pela maior área de terreno para o mesmo tamanho do pixel. Tendo custo inicial mais elevado este é rentabilizado a longo prazo, pelo menor custo na fotointerpretação e melhor estabilidade dos voos maior altitude. |
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