Publicação
Arco Memorial da Campeã: um importante monumento para a preservação da memória coletiva da região do Marão
| Resumo: | Há cerca de 900 anos D. Afonso Henriques atribuiu carta de couto à Albergaria do Marão a favor da Diocese de Braga. Com esta carta criaram-se as condições para a ocupação e exploração agrícola dos solos pertencentes ao couto da Albergaria do Marão, em torno da qual se fixou e desenvolveu a freguesia da Campeã. A freguesia da Campeã ocupa o extremo ocidental do concelho de Vila Real. Os seus limites, em boa parte coincidentes com a linha de cumeada da Serra do Marão, confinam a oeste com os concelhos de Amarante e de Mondim de Basto, a sul com o concelho de Santa Marta de Penaguião e a este com o concelho de Vila Real (do qual faz parte), nomeadamente com as antigas freguesias de Vila Cova (norte) e de Quintã (este) e a freguesia de Torgueda (sudeste). Integra grande parte das bacias hidrográficas dos rios Sordo e Aguilhão, afluentes do Corgo, que lhe conferem duas áreas geográficas com características físicas distintas. A primeira, de planície, com solos profundos e águas abundantes responsáveis por uma forte aptidão agrícola, sobretudo de regadio. A outra, mais quente e de relevo muito acentuado, tradicionalmente marcada pela agricultura, sobretudo de sequeiro, em socalcos. Maria Manuel Fernandes Costa, no seu excelente estudo geográfico, designou a área correspondente à bacia hidrográfica superior do rio Sordo por Veiga da Campeã (Costa, 1959). Utiliza-se neste trabalho a mesma designação, sendo a superfície correspondente à bacia hidrográfica superior do rio Aguilhão designada por área de montanha. |
|---|---|
| Autores principais: | Balsa, Carlos |
| Assunto: | Monumento Preservação cultural |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Há cerca de 900 anos D. Afonso Henriques atribuiu carta de couto à Albergaria do Marão a favor da Diocese de Braga. Com esta carta criaram-se as condições para a ocupação e exploração agrícola dos solos pertencentes ao couto da Albergaria do Marão, em torno da qual se fixou e desenvolveu a freguesia da Campeã. A freguesia da Campeã ocupa o extremo ocidental do concelho de Vila Real. Os seus limites, em boa parte coincidentes com a linha de cumeada da Serra do Marão, confinam a oeste com os concelhos de Amarante e de Mondim de Basto, a sul com o concelho de Santa Marta de Penaguião e a este com o concelho de Vila Real (do qual faz parte), nomeadamente com as antigas freguesias de Vila Cova (norte) e de Quintã (este) e a freguesia de Torgueda (sudeste). Integra grande parte das bacias hidrográficas dos rios Sordo e Aguilhão, afluentes do Corgo, que lhe conferem duas áreas geográficas com características físicas distintas. A primeira, de planície, com solos profundos e águas abundantes responsáveis por uma forte aptidão agrícola, sobretudo de regadio. A outra, mais quente e de relevo muito acentuado, tradicionalmente marcada pela agricultura, sobretudo de sequeiro, em socalcos. Maria Manuel Fernandes Costa, no seu excelente estudo geográfico, designou a área correspondente à bacia hidrográfica superior do rio Sordo por Veiga da Campeã (Costa, 1959). Utiliza-se neste trabalho a mesma designação, sendo a superfície correspondente à bacia hidrográfica superior do rio Aguilhão designada por área de montanha. |
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