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Perceções sobre indisciplina em contexto escolar - um estudo de caso

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Resumo:O presente estudo, Perceções sobre indisciplina em Contexto Escolar- um estudo de caso, visa analisar como alunos e docentes percecionam a indisciplina, partindo da questão problema de investigação “Quais as perceções que alunos e docentes têm de comportamentos disruptivos em contexto escolar?”. Através de pesquisa documental, procurou criar-se o quadro teórico que serviu de base ao presente estudo. Este estudo, de natureza quantitativa, de caráter exploratório, recorreu a um instrumento de recolha de dados, um inquérito por questionário composto por três partes: o questionário EDEP (Escala de Disrupção Escolar Professada), validado por Veiga (1996); o questionário SCAL (Self Concept as Learner), desenvolvido por Waetjin (1972), adaptado e validado por Veiga (2002) e a Escala dos Dilemas Sociais, adaptada a partir de uma escala desenvolvida por Tavares e Menin (2015). A amostra selecionada é não probabilística e intencional, constituída por dezassete alunos, com idades compreendidas entre os doze e catorze anos, nove do sexo masculino e oito do sexo feminino, pertencentes a uma turma do sétimo ano do Agrupamento de Escolas de Carcavelos, salvaguardando os princípios de confidencialidade e anonimato das respostas. Os resultados permitem verificar que, de um modo geral os alunos reconhecem comportamentos disruptivos professados por eles e que as variáveis sociodemográficas têm alguma influência nos resultados, quer na disrupção quer no autoconceito académico.
Autores principais:Gabriel, Paula Cristina Lourenço Gonçalves
Assunto:Indisciplina Disrupção Autoconceito Desenvolvimento sociomoral
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O presente estudo, Perceções sobre indisciplina em Contexto Escolar- um estudo de caso, visa analisar como alunos e docentes percecionam a indisciplina, partindo da questão problema de investigação “Quais as perceções que alunos e docentes têm de comportamentos disruptivos em contexto escolar?”. Através de pesquisa documental, procurou criar-se o quadro teórico que serviu de base ao presente estudo. Este estudo, de natureza quantitativa, de caráter exploratório, recorreu a um instrumento de recolha de dados, um inquérito por questionário composto por três partes: o questionário EDEP (Escala de Disrupção Escolar Professada), validado por Veiga (1996); o questionário SCAL (Self Concept as Learner), desenvolvido por Waetjin (1972), adaptado e validado por Veiga (2002) e a Escala dos Dilemas Sociais, adaptada a partir de uma escala desenvolvida por Tavares e Menin (2015). A amostra selecionada é não probabilística e intencional, constituída por dezassete alunos, com idades compreendidas entre os doze e catorze anos, nove do sexo masculino e oito do sexo feminino, pertencentes a uma turma do sétimo ano do Agrupamento de Escolas de Carcavelos, salvaguardando os princípios de confidencialidade e anonimato das respostas. Os resultados permitem verificar que, de um modo geral os alunos reconhecem comportamentos disruptivos professados por eles e que as variáveis sociodemográficas têm alguma influência nos resultados, quer na disrupção quer no autoconceito académico.