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Diversidade biológica da comunidade zooplanctónica de uma albufeira localizada no Parque Natural de Montesinho (NE, Portugal)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O ciclo hidrológico da albufeira da S. Serrada é caracterizado por três fases: (1) fase de nível máximo (Janeiro - princípio de Junho); (2) fase de esvaziamento (meados de Junho - princípio de Setembro); (3) fase de nível mínimo (meados de Setembro - primeiras chuvas). Estas flutuações são originadas pelo elevado consumo urbano de água meses de Verão e pela produção hidroeléctrica. O presente estudo é constituído por duas partes: (A) Caracterização geral da albufeira com base nos dados de Janeiro de 2000 a Dezembro de 2002; (B) Comparação dos valores das variáveis ambientais de Fevereiro e Maio de 2010 como os do mesmo período obtidos em 2000/2002. O objectivo desta segunda abordagem é averiguar a ocorrência de mudanças que possam explicar o aparecimento de Holopedium gibberum. Esta espécie foi observada pela primeira vez em 2010 e não se encontrava referenciada para Portugal.
Autores principais:Geraldes, Ana Maria
Outros Autores:Alonso, Miguel
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:póster em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O ciclo hidrológico da albufeira da S. Serrada é caracterizado por três fases: (1) fase de nível máximo (Janeiro - princípio de Junho); (2) fase de esvaziamento (meados de Junho - princípio de Setembro); (3) fase de nível mínimo (meados de Setembro - primeiras chuvas). Estas flutuações são originadas pelo elevado consumo urbano de água meses de Verão e pela produção hidroeléctrica. O presente estudo é constituído por duas partes: (A) Caracterização geral da albufeira com base nos dados de Janeiro de 2000 a Dezembro de 2002; (B) Comparação dos valores das variáveis ambientais de Fevereiro e Maio de 2010 como os do mesmo período obtidos em 2000/2002. O objectivo desta segunda abordagem é averiguar a ocorrência de mudanças que possam explicar o aparecimento de Holopedium gibberum. Esta espécie foi observada pela primeira vez em 2010 e não se encontrava referenciada para Portugal.