Publicação
Desafios e tendências na avaliação do recurso eólico
| Resumo: | Com o desenvolvimento de aerogeradores cada vez maiores aumenta a necessidade em caracterizar os campos médio e turbulento do escoamento cada vez mais afastados do solo (mais de 100 m). Tal começa a exigir uma alteração da metodologia de caracterização do recurso eólico até então aplicada, nomeadamente através do recurso a anemómetros (de copos ou sónicos) instalados em torres, por técnicas remotas de avaliação do recurso. Comparam-se as vantagens e inconvenientes da adopção dos anemómetros de copos e sónicos contra técnicas remotas como os SODARs e LIDARs. Estes últimos começam a ser identificados pela industria eólica como uma nova e possível tecnologia no apoio sistemático à caracterização do recurso eólico, já havendo resultados de campanhas de medição em terrenos planos. A situação em terreno complexo é mais delicada uma vez que o escoamento horizontal poderá não ser linear na área medida pelo LIDAR, sendo essa uma futura linha de investigação. Apresenta-se um local a 1200 m de altitude na Serra da Nogueira, Portugal, para elaboração da confrontação de medições convencionais entre anemómetros de copos e sónicos instalados em torre contra medições efectuadas com LIDARs. |
|---|---|
| Autores principais: | Ribeiro, Luís Frölén |
| Outros Autores: | Marques, Filipe |
| Assunto: | Energia eólica Recurso energético |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Com o desenvolvimento de aerogeradores cada vez maiores aumenta a necessidade em caracterizar os campos médio e turbulento do escoamento cada vez mais afastados do solo (mais de 100 m). Tal começa a exigir uma alteração da metodologia de caracterização do recurso eólico até então aplicada, nomeadamente através do recurso a anemómetros (de copos ou sónicos) instalados em torres, por técnicas remotas de avaliação do recurso. Comparam-se as vantagens e inconvenientes da adopção dos anemómetros de copos e sónicos contra técnicas remotas como os SODARs e LIDARs. Estes últimos começam a ser identificados pela industria eólica como uma nova e possível tecnologia no apoio sistemático à caracterização do recurso eólico, já havendo resultados de campanhas de medição em terrenos planos. A situação em terreno complexo é mais delicada uma vez que o escoamento horizontal poderá não ser linear na área medida pelo LIDAR, sendo essa uma futura linha de investigação. Apresenta-se um local a 1200 m de altitude na Serra da Nogueira, Portugal, para elaboração da confrontação de medições convencionais entre anemómetros de copos e sónicos instalados em torre contra medições efectuadas com LIDARs. |
|---|