Publicação
Engenhar, o engenho: a razão prática duma engenharia inversa: a interpretação da cultura do design em culturas periféricas
| Resumo: | A dissertação de Mestrado aqui proposta evidência aspectos relativos do enquadramento do design industrial com a procura de metalinguagens identificativas no cruzamento continuum de saberes com outras áreas do conhecimento, e como estas são parte interveniente na codificação actual da nova ‘paisagem doméstica’. Nas metamorfoses e na fluidez ‘líquida’ desta sociedade em rede, dispersa entre lugares e não-lugares, investigam-se as distâncias que justificam este alcance perceptível dum nomadismo ‘habitativo’ por parte dos estudantes e dos professores, num enquadramento localizável entre o centro e a periferia. Um território de difícil definição na procura de identidades e de ‘espíritos’ emancipadores. A procura de outros valores como forma de estruturar dentro do design tipologias concretas e perceptíveis de alcance planeador, sustenta então este discurso: uma espécie de esqueleto transformador de origens em caminhos interpretativos. Neste estudo procurou-se adequar algumas ferramentas (tooling) que permitam um pensar do design na interpelação das relações dum habitar edificante, seguindo uma lógica de equilíbrio do homem com o meio, por via duma reutilização (reuse) de formas, materiais, serviços, textos, imagens e sons, num culminar de uma experiência profícua, abrangente e interactiva. Nesta perspectiva, Design e Engenharia determinam-se num enquadramento inicial mas fundamental. ‘Engenhar’ pela reutilização, reutilizar pelo contínuo engenho que a criatividade e a vida obrigam. Falam de ‘pedras’ e de ‘asas’ e das possíveis formas criminosas de estas se relacionarem. |
|---|---|
| Autores principais: | Costa, Carlos Casimiro da |
| Assunto: | Design industrial Metalinguagens Realização de conteúdos |
| Ano: | 2004 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | A dissertação de Mestrado aqui proposta evidência aspectos relativos do enquadramento do design industrial com a procura de metalinguagens identificativas no cruzamento continuum de saberes com outras áreas do conhecimento, e como estas são parte interveniente na codificação actual da nova ‘paisagem doméstica’. Nas metamorfoses e na fluidez ‘líquida’ desta sociedade em rede, dispersa entre lugares e não-lugares, investigam-se as distâncias que justificam este alcance perceptível dum nomadismo ‘habitativo’ por parte dos estudantes e dos professores, num enquadramento localizável entre o centro e a periferia. Um território de difícil definição na procura de identidades e de ‘espíritos’ emancipadores. A procura de outros valores como forma de estruturar dentro do design tipologias concretas e perceptíveis de alcance planeador, sustenta então este discurso: uma espécie de esqueleto transformador de origens em caminhos interpretativos. Neste estudo procurou-se adequar algumas ferramentas (tooling) que permitam um pensar do design na interpelação das relações dum habitar edificante, seguindo uma lógica de equilíbrio do homem com o meio, por via duma reutilização (reuse) de formas, materiais, serviços, textos, imagens e sons, num culminar de uma experiência profícua, abrangente e interactiva. Nesta perspectiva, Design e Engenharia determinam-se num enquadramento inicial mas fundamental. ‘Engenhar’ pela reutilização, reutilizar pelo contínuo engenho que a criatividade e a vida obrigam. Falam de ‘pedras’ e de ‘asas’ e das possíveis formas criminosas de estas se relacionarem. |
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