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O Cuquedo? E quem é o Cuquedo?: perguntou o Cuquedo
| Resumo: | Neste artigo atrevemo-nos a descrever como aconteceu a exploração da história “O cuquedo”. A história de Clara Cunha e Paulo Galindro foi transformada em códigos cinéticos. Arriscámos transformá-la num jogo com a intencionalidade de ser contada às crianças através de uma linguagem codificada por imagens, pois acreditamos que estas proporcionam um acesso ao conhecimento icónico-textual através de uma construção em cores, formas, sensações e percepções. O conto foi trabalhado através da apresentação de um cartaz em que a mensagem era lida através de códigos e de espaços em branco. Pudemos perceber que ao trabalharmos esta história com crianças de diferentes faixas etárias, o reconto oral através da simbologia dos códigos cinéticos se tornou profícuo. As crianças são, então, receptoras e criadoras de mensagens visuais, podendo ser capazes de tecer interpretações espontâneas à medida que as informações adquiridas sobre a história surgiam. É impossível negar o regozijo com que sentimos o entusiasmo das crianças a “devorarem” e a “absorverem” os códigos, a expressarem-se oralmente… a escreverem sobre o observado e o vivido, a inventarem histórias com coerência e sentido e a mobilizarem saberes de uma forma integrada. |
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| Autores principais: | Pereira, Ana |
| Outros Autores: | Mesquita, Elza; Prada, Filomena; Coelho, Cristina |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Neste artigo atrevemo-nos a descrever como aconteceu a exploração da história “O cuquedo”. A história de Clara Cunha e Paulo Galindro foi transformada em códigos cinéticos. Arriscámos transformá-la num jogo com a intencionalidade de ser contada às crianças através de uma linguagem codificada por imagens, pois acreditamos que estas proporcionam um acesso ao conhecimento icónico-textual através de uma construção em cores, formas, sensações e percepções. O conto foi trabalhado através da apresentação de um cartaz em que a mensagem era lida através de códigos e de espaços em branco. Pudemos perceber que ao trabalharmos esta história com crianças de diferentes faixas etárias, o reconto oral através da simbologia dos códigos cinéticos se tornou profícuo. As crianças são, então, receptoras e criadoras de mensagens visuais, podendo ser capazes de tecer interpretações espontâneas à medida que as informações adquiridas sobre a história surgiam. É impossível negar o regozijo com que sentimos o entusiasmo das crianças a “devorarem” e a “absorverem” os códigos, a expressarem-se oralmente… a escreverem sobre o observado e o vivido, a inventarem histórias com coerência e sentido e a mobilizarem saberes de uma forma integrada. |
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