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Modelo de contacto para secções mistas parcialmente embebidas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As secções mistas parcialmente embebidas são constituídas por perfis metálicos em aço com betão reforçado, localizado entre os banzos dos perfis. Estes elementos mistos aumentam a capacidade resistente dos perfis metálicos à temperatura ambiente e em condições de incêndio. O modelo de elementos finitos utilizado para simulação do elemento com secção mista é composto por elementos de casca para representar o perfil metálico, elementos sólidos com barras para simular o betão reforçado e finalmente com elementos de mola para simular o contacto. Este último elemento possui um comportamento não linear para simular o contacto existente entre os dois materiais, ver figura 1. São comparados os resultados numéricos das deformações em quatro pontos discretos do comprimento do elemento, assim como o deslocamento relativo entre os dois materiais. Esta comparação permite estabelecer o valor da tensão máxima de adesão entre os dois materiais e a respectiva variação para solicitações axiais.
Autores principais:Piloto, P.A.G.
Outros Autores:Ramos Gavilán, Ana Belén; Mesquita, L.M.R.
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:inglês
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:As secções mistas parcialmente embebidas são constituídas por perfis metálicos em aço com betão reforçado, localizado entre os banzos dos perfis. Estes elementos mistos aumentam a capacidade resistente dos perfis metálicos à temperatura ambiente e em condições de incêndio. O modelo de elementos finitos utilizado para simulação do elemento com secção mista é composto por elementos de casca para representar o perfil metálico, elementos sólidos com barras para simular o betão reforçado e finalmente com elementos de mola para simular o contacto. Este último elemento possui um comportamento não linear para simular o contacto existente entre os dois materiais, ver figura 1. São comparados os resultados numéricos das deformações em quatro pontos discretos do comprimento do elemento, assim como o deslocamento relativo entre os dois materiais. Esta comparação permite estabelecer o valor da tensão máxima de adesão entre os dois materiais e a respectiva variação para solicitações axiais.