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A pedregosidade como indicador do estado de degradação física do solo: comparação entre solos climácicos e solos degradados

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O solo é a camada superficial da crosta terrestre, cobre os continentes, constitui a interface entre a terra, o ar e a água e aloja a maior parte da biosfera [1]. O solo é um recurso natural não renovável à escala da vida humana, e como tal, é indispensável a sua conservação. Qualquer tipo de perturbação deste recurso pode traduzir-se em danos no meio ambiente e nos ecossistemas. A pedregosidade (elementos grosseiros) dos solos é uma característica incontornável na análise de processos pedológicos, geoquímicos e geomorfológicos, sendo bastante significativa em várias áreas da Europa Mediterrânica, onde Trás-os-Montes se integra [2,3]. Os efeitos da pedregosidade superficial são notáveis em vários solos, tendo um papel importante na redução da erosão. Os solos mais representativos em Trás-os-Montes são os Leptosolos, principalmente em áreas de xistos, de maior declive, caracterizando-se por serem limitados em profundidade e terem um elevado teor de elementos grosseiros. A erosão dos solos é um problema que tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos, devido principalmente ao impacto das atividades humanas [3]. Com o trabalho desenvolvido pretende-se testar uma metodologia de avaliação do estado de degradação física dos solos, usando como indicador o teor de elementos grosseiros presente nos 20 cm superficiais do solo. Foram assim selecionadas duas áreas de amostragem: uma em condição assumida como climácica (Serra da Nogueira, sob carvalhal), ou seja, um local representativo de degradação reduzida do solo e outra em áreas queimadas, onde a degradação do solo é severa (Aveleda, Parque Natural de Montesinho, sob mato ardido).
Autores principais:Pires, Ana
Outros Autores:Fonseca, Felícia; Figueiredo, Tomás de
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:póster em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O solo é a camada superficial da crosta terrestre, cobre os continentes, constitui a interface entre a terra, o ar e a água e aloja a maior parte da biosfera [1]. O solo é um recurso natural não renovável à escala da vida humana, e como tal, é indispensável a sua conservação. Qualquer tipo de perturbação deste recurso pode traduzir-se em danos no meio ambiente e nos ecossistemas. A pedregosidade (elementos grosseiros) dos solos é uma característica incontornável na análise de processos pedológicos, geoquímicos e geomorfológicos, sendo bastante significativa em várias áreas da Europa Mediterrânica, onde Trás-os-Montes se integra [2,3]. Os efeitos da pedregosidade superficial são notáveis em vários solos, tendo um papel importante na redução da erosão. Os solos mais representativos em Trás-os-Montes são os Leptosolos, principalmente em áreas de xistos, de maior declive, caracterizando-se por serem limitados em profundidade e terem um elevado teor de elementos grosseiros. A erosão dos solos é um problema que tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos, devido principalmente ao impacto das atividades humanas [3]. Com o trabalho desenvolvido pretende-se testar uma metodologia de avaliação do estado de degradação física dos solos, usando como indicador o teor de elementos grosseiros presente nos 20 cm superficiais do solo. Foram assim selecionadas duas áreas de amostragem: uma em condição assumida como climácica (Serra da Nogueira, sob carvalhal), ou seja, um local representativo de degradação reduzida do solo e outra em áreas queimadas, onde a degradação do solo é severa (Aveleda, Parque Natural de Montesinho, sob mato ardido).