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Utilização da metodologia Value at Risk para estimar o risco de uma carteira composta por bancos cotados na Euronext Lisbon

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho tem como objetivo calcular o risco (total) para um investidor com uma carteira de ativos composta pelos bancos portugueses cotados na Euronext Lisbon, utilizando series de cotações históricas para o período de 2000 até ao presente, de modo a averiguar se verificaram alterações no risco da carteira com a crise de 2008 ou se as alterações introduzidas no setor contribuíram para a diminuição do risco (total). Para calcular esse risco recorre-se à metodologia Value-at-risk (VaR) através da Simulação Histórica e o Método de Monte Carlo. O VaR é uma medida de risco financeiro, definida como a perda máxima em valor que uma carteira de ativos pode gerar, num determinado horizonte de tempo e com um nível de confiança pré-estabelecido. Segundo Jorion (2000), o VaR sintetiza a maior perda esperada num determinado período de tempo e num intervalo de confiança. Visto que o País ainda se encontra a recuperar de uma crise financeira, que teve o seu momento mais “alto” em 2008 e afetou drasticamente os bancos portugueses, este trabalho propõe que seja calculado o risco (total) para o investidor antes do início da crise financeira e também no momento atual. Tem-se ainda como objetivo verificar se as alterações introduzidas no setor, pelas entidades supervisoras e em especial pelo Basileia III, como resultado da crise de 2008 tornaram os bancos mais sólidos e por sua vez se viu diminuído o risco para o investidor.
Autores principais:Gomes, Paulo Jorge Ribeiro
Assunto:Value at Risk VaR Paramétrico Simulação histórica
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O presente trabalho tem como objetivo calcular o risco (total) para um investidor com uma carteira de ativos composta pelos bancos portugueses cotados na Euronext Lisbon, utilizando series de cotações históricas para o período de 2000 até ao presente, de modo a averiguar se verificaram alterações no risco da carteira com a crise de 2008 ou se as alterações introduzidas no setor contribuíram para a diminuição do risco (total). Para calcular esse risco recorre-se à metodologia Value-at-risk (VaR) através da Simulação Histórica e o Método de Monte Carlo. O VaR é uma medida de risco financeiro, definida como a perda máxima em valor que uma carteira de ativos pode gerar, num determinado horizonte de tempo e com um nível de confiança pré-estabelecido. Segundo Jorion (2000), o VaR sintetiza a maior perda esperada num determinado período de tempo e num intervalo de confiança. Visto que o País ainda se encontra a recuperar de uma crise financeira, que teve o seu momento mais “alto” em 2008 e afetou drasticamente os bancos portugueses, este trabalho propõe que seja calculado o risco (total) para o investidor antes do início da crise financeira e também no momento atual. Tem-se ainda como objetivo verificar se as alterações introduzidas no setor, pelas entidades supervisoras e em especial pelo Basileia III, como resultado da crise de 2008 tornaram os bancos mais sólidos e por sua vez se viu diminuído o risco para o investidor.