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Ver, ouvir e saber: o lugar da competência nos modelos de formação inicial de professores

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A evolução do ensino e da sociedade em geral exigem, da parte de quem forma e de quem se forma, competências cada vez mais complexas e diversificadas a que a formação inicial de professores tem de dar resposta(s). As instituições do ensino superior não podem permanecer no jogo do cego que vê tudo, pois a tarefa que atualmente têm em mãos, obriga a ver, a ouvir e a saber dar respostas. Nesta tríade tem lugar a competência, uma das questões perenes com a qual se debatem as instituições de ensino superior (o problema da definição de competências). A abordagem por competências ao nível do ensino e o modelo de formação que daí advém parece ser o que sustenta, hoje em dia, todo o processo de profissionalização. Nesta comunicação vou atender a duas dimensões, em função de um estudo que realizei com alunos da formação inicial, nomeadamente às competências e ao modelo de formação a considerar. Os futuros/professores entendem que ser competente significa agir com pertinência, mobilizar os saberes e os conhecimentos dentro de um contexto profissional, integrar/combinar e transferir os saberes múltiplos e heterogéneos, e estar-se disponível para aprender a aprender, comprometendo-se com a profissão.
Autores principais:Mesquita, Elza
Assunto:Formação inicial de professores Competências profissionais
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A evolução do ensino e da sociedade em geral exigem, da parte de quem forma e de quem se forma, competências cada vez mais complexas e diversificadas a que a formação inicial de professores tem de dar resposta(s). As instituições do ensino superior não podem permanecer no jogo do cego que vê tudo, pois a tarefa que atualmente têm em mãos, obriga a ver, a ouvir e a saber dar respostas. Nesta tríade tem lugar a competência, uma das questões perenes com a qual se debatem as instituições de ensino superior (o problema da definição de competências). A abordagem por competências ao nível do ensino e o modelo de formação que daí advém parece ser o que sustenta, hoje em dia, todo o processo de profissionalização. Nesta comunicação vou atender a duas dimensões, em função de um estudo que realizei com alunos da formação inicial, nomeadamente às competências e ao modelo de formação a considerar. Os futuros/professores entendem que ser competente significa agir com pertinência, mobilizar os saberes e os conhecimentos dentro de um contexto profissional, integrar/combinar e transferir os saberes múltiplos e heterogéneos, e estar-se disponível para aprender a aprender, comprometendo-se com a profissão.